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26 de setembro de 2014

Plantas são usadas em nova tecnologia de purificação do ar





As plantas são os filtros de ar da natureza, que além de absorverem o dióxido de carbono e emitirem oxigênio, elas são capazes de eliminar as toxinas do ar.
O designer francês, Matthew Lehanneur, e o engenheiro biomédico da Universidade de Harvard, David Edwards, desenvolveram em conjunto uma tecnologia para ampliar este processo natural, a qual eles denominaram de Andrea. 


O sistema operado por bateria funciona por meio de um simples ventilador para extrair o ar da parte superior do dispositivo. Este ar é aspirado por um segundo ventilador através das folhas, para baixo através do solo e, em seguida, passa para um tabuleiro de água e de volta para o ambiente.
Durante este processo, ela experimenta quatro tipos de filtragem natural - n
ão só as folhas filtram o ar através phytofiltration, mas os micróbios nas raízes da planta irão remover ainda mais toxinas, antes do solo filtrar outros contaminantes. Finalmente, atravessa o tabuleiro de água na parte inferior, o que mantém a planta úmida e também retém as toxinas adicionais.



O produto, agora comercializado, está disponível no site da Amazon e no Bed Bath & Beyond. A empresa afirma que purifica de maneira 1.000% mais eficaz do que uma planta de casa comum.

6 de maio de 2013

A luz do futuro

      Usar lâmpadas convencionais, mesmo as fluorescentes, já está um pouquinho ultrapassado. Para tanto, duas ideias de como será feita a iluminação no futuro estão pipocando na rede. 
         O projeto Light Bird, criado pelo designer industrial sul-coreano Jang Eunhyuk, consiste uma lâmpada que abre e fecha com o acionamento de um botão imitando as asas de um pássaro. Durante o dia ela é colocada na área externa para absorver e armazenar energia solar e durante à noite ela ilumina e decora o ambiente.


         Desenvolvido pelo americano Antony Evans em parceria com um time de biólogos e engenheiros, o Glowing Plant Project, vai ainda mais longe e propõe o uso de plantas naturais modificadas geneticamente para iluminar ambientes internos e externos.

    
     Para conseguir tal feito, a equipe trabalha para identificar os genes de algas bioluminescentes e através de um software, programá-los em outras plantas. O DNA resultante da modificação permitiria que várias espécies pudessem brilhar no escuro. O projeto está no Kickstater e a ideia é que inicialmente essas plantas possam substituir luminárias e abajures.