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3 de janeiro de 2013

Concreto Biológico

      Criação de pesquisadores espanhóis, o concreto biológico - mistura de cimento e microrganismos - permite o crescimento de líquens e musgos naturalmente depois que a construção é finalizada.
      O objetivo do uso do concreto biológico é proporcionar um aprimoramento do conforto térmico interno e evitar gastos de energia com aquecimento e resfriamento, de acordo com a estação.
     

     A previsão é de que a fachada seja completamente coberta pelos microrganismos em até um ano após a construção. Para entender melhor como funciona essa nova alternativa de construção sustentável, acesse aqui.





5 de setembro de 2012

Dancepants - A calça que mantém seu MP3 ligado

Os designers da Lituânia Inesa Malafej e Arunas Sukarevicius criaram uma calça a qual mantém seu MP3 player ligado através da energia cinética. Para fazer com que a energia transite pela calça até o tocador de música basta manter-se em movimento, seja caminhando, correndo, ou dançando. Por enquanto a calça ainda é um protótipo e segundo as palavras dos designers "é uma forma 100% interativa de sentir o valor da energia em si mesmo. Durante o movimento dos pés, a energia cinética é recolhida para tocar música. O dinamismo inverso da "Dancepants" motiva a mover seus pés, a fim de ouvir a sua música amada. E enquanto você continuar correndo ou dançando você pode ter certeza que você não vai ficar sem bateria."
A calça ainda não tem preço ou algum site próprio dos designers para maiores informações, contudo, é a forma mais sustentável de manter-se no ritmo de seus exercícios além de ajudar ao planeta.






18 de julho de 2012

Wi-Fi Gratuito em troca do cocô do seu cachorro

A ideia criada pela Agência DDB México para o site Terra vem com o intuito de manter as praças limpas e unir o sustentável ao agradável a partir de uma lixeira especial, localizada no centro da praça, que a cada 70g de cocô libera 20min de sinal de wi-fi para a praça inteira.




Interessante, não?

5 de junho de 2012

Das latinhas para as estufas

A ideia geral é que cada vez mais as comidas que consumimos venham em embalagens cada vez menores, com produtos cada vez mais industrializados. As fazendas se tornaram grandes laboratórios onde surgem as espécies mais esquisitas de plantas e animais. Todo mundo pensava que o futuro seria esse, até que diversos designers começaram a procurar outras soluções. Eles trocaram a procura por produtos novos pela procura de como produzir os alimentos como os conhecemos no pouco espaço que temos nas cidades.
Com um número que só cresce, os encontros internacionais e nacionais de design vem tomando o mundo e com eles surgem projetos maravilhosos, pensados para o estilo de vida que estamos nos encaminhando.  Duas ideias chamaram a atenção. Elas pretendem usar o mínimo de espaço para uma boa produção de alimentos.
A primeira delas é a Turn Table, uma estufa que fica no meio de uma praça em Helsinque, onde são cultivados vegetais, que depois são servidos no café que funciona ali.



A outra ideia se baseia em uma estufa chamada de The Globe (Hedron), que usaria um sistema chamado  Aquaponic. Basicamente, a estufa é um espaço onde várias espécies são cultivadas, uma utilizando resíduos das outras e servindo de alimento. O principio seria criar peixes na água, que ficaria na parte inferior da estufa, nas partes mais altas seria o cultivo de plantas, que seriam irrigadas pela água onde os peixes são criado, e depois parte delas seriam destinadas como alimento para os peixes. Como o nome já diz, o local para a instalação seria nos telhados e terraços dos prédios, ocupando um espaço que normalmente não é utilizado e produzindo alimentos frescos para os moradores.



Projetos similares foram apresentados na Alemanha e em Londres, o Fresh From the Roof e o Farm:shop.

22 de março de 2012

Vida Verde



Por mais que os termos sustentabilidade e ecologicamente correto tenham se tornado chavões, não podemos deixá-los de lado. A moda é responsável por grande parte do consumo mundial e estudos recentes mostram que as mulheres são as maiores consumidoras, comprando no mínimo, uma peça por mês. No meio desse caos, o site Greenvana tem apresentado formas de pensar e agir verde fugindo das ideias já corrompidas de ecologia. Duas alternativas geniais encontradas nele falam do reuso de materiais que nós temos em abundância, os cintos de segurança e as sacolas plásticas.


O resultado da reutilização dos cintos de segurança
Dacca, botas feitas com sacolas plásticas

A primeira ideia parte do questionamento do que é feito com os resíduos de carros. Parte dessas sobras já tem destino certo e outra parte vem recebendo novos usos. A marca americana Harveys decidiu usar os cintos na confecção de bolsas, carteiras e outros acessórios. O mais interessante da proposta é que eles desenvolveram modelos onde o material se parece com couro, lona e outras matérias-primas normalmente usadas para isso.

Já as sacolas plásticas foram parar nos pés com o modelo desenvolvido por Camila Labra, uma designer chilena. A idéia dela é que sejam usadas até 8 sacolas para a produção de um par de botas. O calçado até ganhou nome, Dacca, que além do seu uso ecológico, foi pensada pela designer para os dias de chuva, por ser impermeável.

As bolsas e as botas são provas de que é possível fugir do clichê associado à ecologia e sustentabilidade e aplicar o design a objetos comuns, transformando toda sua identidade.