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13 de novembro de 2013

Motorola busca patente da tatuagem com microfone

Será que chegamos a um ponto em que tatuaremos microfones para não precisarmos falar ao celular? Bom, para os motoristas talvez isso seja genial!
A tecnologia móvel nos surpreende cada vez mais. A Motorola Mobility, empresa do Google, deu entrada no pedido de patente de um microfone tatuado ao corpo. O dispositivo é um adesivo eletrônico tatuado no corpo, que colocado na garganta de uma pessoa, captaria o som ao identificar as "flutuações do músculo ou do tecido da garganta" e, a partir daí, enviaria os dados para dispositivos eletrônicos via conexão wireless (sem fio).
 
 
Com isso, não será mais preciso levar o celular próximo ao rosto. Além de tudo isso, a tatuagem também terá a capacidade de enviar dados via Bluetooth e NFC, ou Comunicação de Campo Próximo (transmissão de dados entre celulares, sem fio, apenas aproximando os aparelhos).
O dispositivo ainda possui um “detector de resposta galvânica da pele”, que pode transformar o dispositivo em um detector de mentiras! A Motorola diz que: “Considera-se que um usuário nervoso ou mentiroso pode apresentar resposta no tom e vibração da voz diferente do que a mais confiante”.
 
 
Fonte: canaltech.com.br
 

20 de fevereiro de 2013

Tatuagens Eletrônicas



O engenheiro eletricista Todd Coleman, da Universidade da Califórnia em San Diego, desenvolveu meios não invasivos de máquinas controladas através da mente, com técnicas que praticamente todos são capazes de usar. Sua equipe está desenvolvendo um eletrônico sem fio e flexível que pode ser aplicado na testa como uma tatuagem temporária para ler a atividade cerebral.

"Queremos algo que podemos usar no café para se divertir", diz Coleman.

Os dispositivos possuem menos de 100 microns de espessura, o diâmetro médio de um cabelo humano. Eles consistem de um circuito integrado com uma camada de borracha ou de poliéster, que lhes permitem esticar, dobrar e enrugar. Eles são pouco visíveis quando colocado sobre a pele, tornando-os fáceis de esconder dos outros.

Os dispositivos podem detectar sinais elétricos ligados com as ondas cerebrais, e incorporar células solares para alimentação, outros elementos podem ser adicionados também, como sensores térmicos e detectores de luz.

Usando as tatuagens eletrônicas, Coleman e seus colegas descobriram que podem detectar sinais cerebrais reflexivos dos estados mentais, tais como reconhecimento de imagens familiares. No caso da telepatia, basta aplicar a tatuagem sobre a garganta, pois quando a pessoa pensa em falar seus músculos da garganta contraem-se para formar o som das palavras mesmo que estas não sejam ditas, a tatuagem interpreta estes sons e os traduz em palavras.

São inúmeras as funções da tatuagem eletrônica, de telepatia à pilotar aviões, contudo, tal tecnologia está apenas em fase de testes não havendo previsão de quando seu uso será liberado.