13 de maio de 2015

MODA: a primeira maquiadora digital do mundo


A marca de beleza e cuidados pessoais, FOREO (Suécia), desenvolveu um dispositivo de makeup digital, na qual utiliza o escaneamento facial e a tecnologia de impressão 3D a fim de reproduzir uma maquiagem em um instante. 

Intitulado MODA, o produto funciona em conjunto com um aplicativo de smartphone, onde os consumidores podem escolher, customizar ou fazer o download de um modelo de maquiagem para que o dispositivo possa reproduzir. Após a escolha da maquiagem, é hora da aplicação no rosto seguindo três passos simples: a preparação da pele (primer + SPF); a base; e as cores de batom, sombra e blushe.

A ‘máquina maquiadora’ aplica a maquiagem em apenas 30 segundos, o que é extremamente necessário na correria do dia a dia. Outro ponto interessante é que a maquiagem é mineral, portanto, é mais natural, dura mais e é hipoalérgica para, inclusive, as peles mais sensíveis.  

Assista ao vídeo:


Os criadores do dispositivo estão esperançosos no processo de transformar a indústria da beleza com novas tecnologias.


Via: stylus




11 de maio de 2015

Um lugar onde se pode ensinar e aprender de tudo – e não é uma escola!


Anna Haddad cumpriu a meta traçada por sua família: estudar em um colégio tradicional e passar no vestibular. Cursou a faculdade de Direito na PUC, em São paulo, e seguindo o roteiro começou a trabalhar em um escritório de advocacia, na área empresarial. Até que, aos 25 anos, a rotina e o tailleur passaram a incomodar.

Era hora de sair do roteiro: durante o processo, percebeu que gostava de Educação e decidiu se aprofundar: passou a ir a encontros, aulas e palestras, principalmente as que discutiam a “descolarização” ou que questionavam o modelo tradicional de ensino. Apesar da angústia que a crise de identidade provoca, nessa fase Anna não estava sozinha. Sua irmã mais nova, Camila Haddad depois de formada, foi para Londres fazer mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Lá, ela também estudou economia colaborativa. Foi quando o papo entre as duas ficou ainda mais estimulante. “Percebi que poderia me encontrar empreendendo um negócio que fizesse sentido para mim. Passamos a pesquisar juntas nessa direção”, conta Anna. As irmãs (hoje com 27 e 28 anos) chegaram a montar um plano de negócios para uma empresa que “recirculasse” mercadorias e fosse colaborativa. Seria uma plataforma de compra, venda e troca de produtos. Elas mapearam o mercado, identificaram um ineditismo na proposta, montaram a estrutura, mas, segundo Anna, algo subjetivo não permitiu que seguissem em frente. “Não era um motivo racional, simplesmente não fluiu.” AO TENTAR SE ENCONTRAR, ELA ENCONTROU UM NEGÓCIO Na tarefa de autoconhecer-se, Anna percebeu a dificuldade que tinha em acessar conteúdos diversos. “Os formatos eram muito tradicionais, vinculados ao modelo professor-aluno. Eu sabia que tinha muita gente com muito conhecimento por aí, e tantas outras querendo aprender, mas sem se encontrarem. Eu era uma delas”, diz ela. A angústia, dessa vez, serviu de ponto de partida para um negócio: 


O desejo de compartilhar conhecimento fez nascer a Cinese. A plataforma agrega pessoas que querem ensinar algo com aquelas que desejam instruir-se. Em qualquer lugar, em qualquer cidade. De matemática financeira a um bate-papo sobre futebol. Com doutorado ou sem. 
Em junho de 2012, as sócias organizaram a Semana Cinética, uma série de encontros em São Paulo com temas como educação informal, democracia e arte, música, urbanismo e mobilidade e minorias. “As pessoas se engajaram, cederam espaço. Foi incrível. Mais de mil pessoas passaram pelo evento”, lembra Anna. 
Com um investimento de 50 mil reais, meses depois do evento offline, em agosto de 2012 o Cinese foi ao ar. A plataforma funciona como uma rede social: de um lado, os usuários propõem encontros temáticos, palestras, aulas, workshops. Outros se inscrevem para buscar assuntos de interesse. O aprendizado é livre, coletivo e acessível. 
No “menu” do Cinese há cursos e encontros gratuitos, e também opções pagas. Além deles, há os canais curados, que levam a assinatura de instituições como o Cemec, o Estaleiro Liberdade, o portal Papo de Homem entre outros. 


Um pouco na tentativa e erro, mas também usando muito do que Camila tinha estudado sobre economia colaborativa e planejamento, aos poucos o Cinese percebeu que tinha um outro flanco no qual poderia atuar: elas notaram que a habilidade em ajudar outros a empreender também era um negócio. Assim, passaram a oferecer consultoria para ambientes e processos colaborativos. 
Hoje em dia o Cinese tem os custos fixos cobertos pelas contribuições espontâneas (a taxa de percentual livre, que quem vende aulas repassa ao site) e pela mensalidade paga pelos canais curados. O dinheiro para reinvestir na empresa e remunerar as sócias e a equipe vem das consultorias. Elas encontraram o rumo, já sabem para onde querem ir, mas ainda estão construindo o próprio caminho. Isso implica na vontade de estabelecer paradigmas inovadores também na forma de se organizarem como empresa. 


 “Queremos ajudar aqueles que ainda não ingressaram na faculdade. Dar uma força para que consigam ‘sair da caixa’ antes de escolher a profissão,” conta Anna. Ela parece querer poupar alguma outra garota recém-saída do colégio da angústia de seguir um roteiro sem saber o porquê. Com a Cinese, seus cursos livres e aulas experimentais, quem sabe não fique mais fácil encontrar sua própria estrada. 

fonte: projetodraft.com

7 de maio de 2015

MoMA lança Prime Time: uma nova iniciativa para o público mais velho


O Museu de Arte Moderna- MoMA lança Prime Time, uma iniciativa que oferece um leque de opções como visitas guiadas à galeria, exibições de filmes, cursos on-line, e muito mais, destinadas a aumentar a participação cultural e oferecer oportunidades para os idosos a se envolver com a arte moderna e contemporânea. Gratuito para residentes da cidade de Nova York acima de 65 anos de idade, programas e eventos em curso do Prime Time cobrirá uma gama de tópicos em galerias do Museu e online. A iniciativa será lançada formalmente neste sábado, 9 de maio com um evento de um dia inteiro oferecendo a todos os visitantes acima de  65 anos entrada gratuita e uma variedade de atividades interativas em todo o museu.


"Enquanto museus podem não ser capazes de abordar todas as diferentes necessidades dos idosos, acreditamos que podemos contribuir significativamente para a sua qualidade de vida através da promoção de um sentimento de bem-estar, de ligação, e propósito", disse o diretor do MoMA Glenn D. Lowry. "O MoMA pode ser um lugar, tanto no local e on-line, para os idosos serem criativos, aprenderem e socializar."


De acordo com o Departamento de Envelhecimento da Cidade de Nova York, existem atualmente mais de 1 milhão de pessoas acima de 65 anos em Nova York, e em 2040, é esperado que este número aumente em quase 50%. No desenvolvimento da nova iniciativa, o MoMA consultou muitos especialistas no campo do envelhecimento, convocou um grupo consultivo de idosos, e criou parcerias com várias organizações comunitárias de base que servem a população mais velha da cidade.
"Nossa fase piloto de seis meses nos ajudou a entender esse público diversificado", disse Francesca Rosenberg, diretora de programas escolares no MoMA. "Os idosos apreciam um ambiente acolhedor, oportunidades de aprender, e tempo para socializar, e as ofertas da Prime Time vai refletir isso."

6 de maio de 2015

Spider Dress 2.0


A designer holandesa Anouk Wipprecht, conhecida no seu trabalho por explorar as possíveis fusões entre moda e tecnologia, criou um vestido animatronic, ou seja, um vestido tecnológico que é capaz de simular as características humanas ou animais. Nesse caso, Wipprecht proclamou a aranha. Intitulado “Spider Dress 2.0” (uma versão atualizada do original Spider Dress), esta curiosa vestimenta tecnológica abraça o tronco em uma replica de carapaça de aranha, enquanto oito pernas deslocam a partir dos ombros. 


O vestido mecatrônico abrange um chip que usa sinais biológicos para aprender a detectar ameaças e assim defender o espaço pessoal do usuário. Os braços/pernas mecânicos da aranha se estendem e retraem como uma resposta a estímulos externos, fazendo com que seja um verdadeiro sistema intuitivo. Quando as pessoas se aproximarem, a própria respiração do usuário vai ajudar a sinalizar a postura dos braços robóticos.  A velocidade da abordagem/aproximação também tem influência para o comportamento defensivo; se a pessoa se aproximar rapidamente irá fazer com que os braços desenvolvam uma postura agressiva; se a pessoa se aproximar de forma descontraída, os braços irão cumprimentá-la com cuidado.  


*A designer imagina um futuro onde a moda poderia ser usada para estender fisicamente as capacidades expressivas da linguagem do corpo humano.

Assista ao teaser do projeto aqui



4 de maio de 2015

Oreo celebra nascimento da princesa homenageando todos os bebês do mundo

O biscoito Oreo juntou a fofura da marca, com uma ótima estratégia de marketing. Usufruiu e celebrou o nascimento da princesinha Charlotte Elizabeth Diana (filha de Kate Middleton e William). Lembrou ao mundo que todos os bebês são especiais, nascidos ou não em uma família da realeza.  Assista ao vídeo e veja abaixo o que diz a canção:



"Imagine se usássemos esse momento para celebrar todos os bebês que vieram ao mundo hoje – cada um deles nobre à sua maneira, cada um nascido para ser o dono de seu pai e sua mãe. Você está aqui e estamos felizes em recebê-lo seja lá onde for seu lar – em Londres ou Albuquerque, Sao Paulo, Cingapura ou Sidney. Vocês todos merecem sua própria fanfarra real. Cada menino e menina, vocês enchem o mundo de beleza.”

fonte: bluebus.com.br