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8 de setembro de 2014

A editora que faz livros reciclando o lixo das ruas


Eloísa Cartonera, uma cooperativa criada por artistas argentinos em 2003, teve a uma linda e brilhante ideia.  Criar uma editora. Mas não uma editora comum. Os exemplares são fabricados com folhas de sulfite grampeadas e capas de papelão coloridas a guache. O miolo das obras é feito em uma impressora caseira na sede da editora, a alguns passos do estádio La Bombonera. Já as capas são confeccionadas em papelão comprado (por um preço muito mais alto do que o habitual) de pessoas que vivem de recolher o material pelas ruas de Buenos Aires. O papelão é cortado e pintado à mão por meninos que largam as ruas e passam a receber por sua arte.



Cada livro é único e vendido por 12 pesos na própria editora, em feiras, mostras e em livrarias. As edições não passam de mil unidades e, para algumas pessoas, viram peças de coleção. O catálogo é de primeira e tem somente autores latino-americanos. Ricardo Piglia, Alan Pauls, Mario Bellatin, César Aira,  Haroldo de Campos, Manoel de Barros, Jorge Mautner, Glauco Mattoso e Wally Salomão são alguns dos nomes ilustres que cederam seus direitos à editora.

A ideia deu tão certo que, a partir da Eloisa, nasceram pelo menos 15 editoras-irmãs, entre elas: Yerba Mala Cartonera (na Bolívia), Sarita Cartonera (Peru), Lupita Cartonera (México), Animita Cartonera (Chile) e Dulcinéia Catadora (Brasil). Os traços em comum: estão situadas em periferias, desenvolvem uma economia informal de subsistência, trabalham artesanalmente de forma coletiva, imprimem tiragens limitadas e estão sempre em busca de novos autores e leitores.


fonte: blogmoscabranca.com.br

27 de novembro de 2013

Goedzak: um saco especial para lixo que não é lixo


Goedzak, é um projeto do designer holandês da Waarmakers, Simon Akkaya. Trata-se de uma maneira de “jogar fora” o que você não quer mais, ao mesmo tempo que estimula o uso de segunda mão e o comportamento sustentável. No lugar de um simples saco de lixo, o Goedzak identifica que ali existem objetos que podem ser reutilizados, além de protegê-los da chuva. Uma forma legal de dar uma segunda oportunidade à antigos objetos e  estimular o desenvolvimento sustentável.
 

Goedzak é a junção das palavras GOE e ZAK ou BENS e SACOLA. A ideia da transparência é possibilitar a visibilidade do conteúdo do saco, evitando que o conteúdo seja misturado ao lixo comum. O saco mantem os produtos secos e limpos. E o logotipo Goedzak indica às pessoas que os bens estão disponíveis para serem reutilizados. 
 

Se ninguém aproveitar os brindes, o saco é recolhido por caminhões de lixo juntamente com os outros resíduos. O legal é que o saco também pode ser reaproveitado. Quem o pegou pode colocar objetos que não desejam mais e fazer o mesmo processo. É um consumo colaborativo diferente, que pode ser  bem eficaz.
O objetivo disso tudo é criar uma cultura de reuso, e gerar um sentimento ecológico nas comunidades, cumprindo um papel social que conecte as pessoas.
 

19 de julho de 2013

Uma lixeira de acordo com o tamanho do problema


E se você estivesse andando tranquilamente pela rua, e se deparasse com uma “super” lixeira, com 2,5m de altura? É...não seria algo normal para uma cidade. Foi dessa maneira estranha que os dinamarqueses resolveram chamar a atenção da população para tornar as cidades cada vez mais limpas.
Copenhague (capital da Dinamarca) é uma das cidades consideradas mais “verdes” de todo o planeta. E o governo sempre investe em ações que incentivem a população a economizar energia, diminuir o consumo e, agora, tornar a cidade ainda mais limpa e agradável, tanto para os turistas como para os próprios moradores.
Para transformar a ação de limpeza real e divertida para a população, foi instalada uma super lixeira no meio da cidade, com o intuito de que haja interação e união das pessoas para combater a poluição da cidade. Além de ser muito alta, a lixeira tem capacidade para 3.800 litros de lixo e, ainda, possui estilo vintage, que com toda a certeza chama a atenção por quem passa perto.
A ideia é fazer a lixeira percorrer outras cidades da Dinamarca, durante todo o verão, fazendo com que o ato de cuidar do meio ambiente, e do local que habitamos, muito mais divertido e grandioso.








29 de junho de 2013

Uma nova forma de ver o lixo

Pensando em mostrar o acúmulo de lixo em todo o planeta e o descaso que temos em relação ao assunto, foi criado o Plastic Garbage Guarding the Museum.
O projeto está em exibição em um museu na cidade de Winterthur, Suíça, que pretende realçar o comportamento que a atual geração tem com o consumo, além de reforçar o apelo ambiental, demonstrando culturalmente o símbolo do século XXI: o acúmulo.
As 5.000 sacolas utilizadas foram doadas pelos próprios moradores da cidade. Para chamar atenção, elas foram coloridas e enchidas com ar, posicionadas ao redor das luzes, possibilitando um efeito cintilante, divertido e aguçando a curiosidade de todos que passam perto do local.
Enfim, uma maneira inovadora e criativa de despertar o interesse pelos atuais problemas ambientais.