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27 de novembro de 2014

Smartphone Inclusivo: é usado sem contato físico


Sesame Enable, é um start-up israelense, um sistema inventado para usar o telefone sem as mãos. O seu principal objetivo é ajudar as pessoas com mobilidade reduzida ou com deficiência.

"Open Sesame". Essa é a palavra mágica que você pode abrir o seu smartphone sem usar as mãos.

Lançado por dois israelenses, o projeto visa possibilitar às pessoas com deficiência a usar seus telefones como todo mundo.
O princípio é simples. Uma vez que você abrir o telefone, ele irá gravar os pontos-chave do rosto do usuário com reconhecimento facial. Um cursor em seguida, aparece na tela. E assim, basta mover a cabeça para a direita, de modo que o cursor segue nesta direção. Levante sua cabeça irá subir o cursor na tela, e abaixe que ele ira descer. Para fechar o telefone, basta dizer "Close Sesame".


O usuário do smartphone pode enviar mensagens, fazer chamadas telefônicas e até mesmo jogar Candy Crush ou Angy Birds.


A história de como foi criado é bonita. Oded Ben Dov, apresentou na televisão um jogo no celular desenvolvido por ele que é controlado apenas pelos movimentos da cabeça, e posteriormente foi desafiado por Giora Livine, um ex-soldado que ficou tetraplégico. Ele pediu a Oded um telefone que ele pudesse usar sem as mãos. Aceito o desafio, os dois lançaram seu start-up e trabalham em sua inovação.


O sistema agora está integrado a um Google Nexus 5, mas seus criadores estão buscando expandir para outros smartphones. O projeto ainda está em um estágio inicial, mas o potencial está lá. "Nosso objetivo é oferecer um telefone que funcione para a mais ampla gama de usuários, o que represente uma ampla gama de capacidades físicas", diz a Sesame Enable.
O produto final deve ser apresentado em fevereiro de 2015. Mas, para continuar a desenvolver a sua capacidade de inovação, Oded Ben Dov e Giora Livine lançaram os fundos de pesquisa na plataforma Indiegogo. Dos desejado US $ 30.000, já recolheram 21.612. "Estamos na reta final, a fim de comercializar o produto que vai mudar a vida de muitos", falam os fundadores.


18 de outubro de 2013

The Rolling Dance Chair



The Rolling Dance Chair, ou cadeira de rodas dançante, concebida pela dançarina Merry Lynn Morris, é um dispositivo de mobilidade motorizada que, ao contrário de uma cadeira de rodas normal, pode ser controlado usando apenas os músculos do tronco, liberando os braços e as mãos do usuário. A cadeira, projetada para desaparecer sob o corpo do bailarino através de um assento transparente, permite que o usuário se mova em um movimento fluido, oferecendo mais liberdade para dançarinos com deficiência e de apoio à sua liberdade artística.
Morris é professora de dança da Universidade do Sul da Flórida e, mais recentemente, uma inventora. Acredita que todos deveriam ser capazes de dançar, não obstante  alguma deficiência física.
O projeto começou juntamente com sua própria história de vida. Quando Morris tinha apenas 12 anos de idade, seu pai sofreu um acidente de carro e ficou paralisado. Ao longo de sua recuperação, ela percebeu o quanto ele foi estimulado pela dança, mas, também, o quanto era difícil por causa da cadeira de rodas.
A Rolling Dance Chair é um longo processo de pesquisa, design e interesse de universidades e empresas de tecnologia. 
Acredita-se que essa inovação será o futuro do design de cadeiras de rodas, além de proporcionar a dança, atuará como uma extensão natural do usuário, e não como um obstáculo.

Veja algumas imagens:

                                                                       Merry Lynn Morris and the Verlezza Dance Company (Photo: USF)


Assista o video e saiba mais aqui 


30 de setembro de 2013

Tecnologia Inclusiva

Vivemos dias, cada vez mais, com mais tecnologia, muitas vezes, utilizada para preencher pequenas lacunas, como o tempo de espera em filas. Porém, há os que pesquisam maneiras de utilizá-la para ajudar vidas. É, assim, que apresentamos dois projetos: a mão biônica, que permite amputados terem as sensações do toque; e a perna biônica, que se move com controles cerebrais. Os projetos são pesquisas acadêmicas que podem mudar completamente a vida de muitas pessoas. 
A mão biônica, desenvolvida em um projeto do Dr. Micera da Ecole Polytechnique Federale de Lausanne, Suíça, vai ser implantada pela primeira vez nesse ano. O seu objetivo é que o usuário tenha controle dos movimentos e consiga ter as sensações do toque. Para isso, a mão biônica será conectada ao sistema nervoso do paciente por eletrodos que serão acoplados aos principais nervos do braço.




A perna biônica, que começou a ser desenvolvida e testada há alguns anos pelo grupo de pesquisa do Dr. Levi Hargrove, do Rehabilitation Institute of Chicago (EUA), funciona de maneira similar à mão, com os movimentos controlados através de uma ligação da prótese com os nervos da perna. A prótese identifica pequenos sinais elétricos da musculatura e, desta forma, executa os movimentos que o paciente quer realizar.
Os protótipos biônicos mostram como homem e máquina podem se unir, além dos controles sensoriais de gadgets e aplicativos.


20 de setembro de 2013

Projetos inclusivos: reflexões acerca das singularidades humanas

Seguindo na mesma linha de raciocínio sobre a volta do consciente coletivo (citado aqui) e da era da colaboração, pode-se destacar um  público crescente, voltado não apenas para o aspecto material, mas querendo um algo a mais. Procura-se um conhecer coletivo, conquistas sociais e inclusão - fato diretamente relacionado a um público cada vez mais jovem.
A forma de compreensão do mundo torna-se mais consciente incorporado à visão do todo. É, com esse pensamento em mente, que podemos destacar o projeto global Inside Out, do Francês JR, na qual cobriu a Times Square com retratos em grande escala das pessoas que passavam no local. Um hábito inicialmente individualista, os chamados selfies, ganha outro sentido quando as imagens são dispostas em conjunto em uma via pública. 
Nesse contexto, as singularidades humanas ganham destaque, direcionando esse novo olhar para um caminho diferente. A quebra de tabus com o primeiro desfile plus-size London's First Plus-Size Fashion Weekend, que ocorreu em fevereiro deste ano, foi um marco na história da moda que durante anos seguiu com o padrão de beleza sustentado em ossos, tanto como a agência de modelos WE ARE UNLIKE YOU, da Alemanha, que trabalha com modelos que fogem dos estereótipos. Existem outros projetos como a agência de modelos com deficiência física Doll Parts, a série fotográfica, de Gustavo Lacerda, Albinos I collect gingers, idealizado pela sul-africana Anthea Porroy – que mostram pessoas únicas retratando o diferente.
A questão da singularidade mais inclusão, também, é visível no P-ink.org (personal ink), uma página no Pinterest, com objetivo de fornecer inspirações, tatuagens, ideias e informações de artistas para sobreviventes de câncer de mama e no projeto acessibility view, uma ferramenta para pessoas com deficiência física que possibilita os cadeirantes da AACD percorrerem as ruas de São Paulo através da visualização de rampas, calçadas e espaços mais acessíveis.
                                                                                                              Inside Out
                                                    London's First Plus-Size Fashion Weekend
                                                                                       London's First Plus-Size Fashion Weekend
                                                                                     Ensaio Albinos
                                                          WE ARE UNLIKE YOU
                                                                                                               Doll Parts


 
                                                   personal ink
    
                                                                                   personal ink