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18 de julho de 2014

O food styling de Anna Keville Joyce

A artista americana, que vive em Buenos Aires desenvolve um trabalho incrível em que mistura arte e comida. “Comida e arte são as minhas paixões.” comenta a food stylist e ilustradora Anna Keville Joyce. Para ela nenhum ditado faz mais sentido do que “comemos primeiro com os olhos”.




fonte: mood.com

12 de julho de 2014

Veja um resumo das tendências do semestre


Flow Brasileiro
Em nosso país, a cultura sempre foi algo considerado elitizado. Nos últimos tempos, o que era julgado apenas como hábito e comportamento de classes denominadas inferiores, passou a ser "cool". Além disso, posturas em relação à sexualidade que, antes eram vistas como algo que não faz parte da moral estagnada, passaram a ser normais, até mesmo para os mais moralistas.
A difusão de conceitos de costumes, muitas vezes menosprezados pelos mais “ricos”, passou a ganhar enorme destaque, até mesmo nos ambientes mais requintados. Exemplos são o Funk Ostentação e o Tecno Brega. O Funk, música que ilustrava o cotidiano das periferias cariocas, ganhou destaque quando passou a falar de mulheres, dinheiro, favela e ostentação em meio à Região Metropolitana de São Paulo. O Tecno Brega, que antes fazia parte apenas das festas Paraenses, disseminou-se em todo o país na voz de Gabi Amarantos.
Ainda nessa soma de novos hábitos e comportamentos na "alta cultura" brasileira, o termo No Gender (algo como sem gênero), ganha cada vez mais importância. Após a forte difusão da androgenia há alguns anos atrás, agora, é a vez dos transexuais ganharem destaque no Brasil. O preconceito está sendo substituído por um sentimento de grande popularidade e os transgêneros tornaram-se estrelas.
Novamente, seguindo a linha da sexualidade, fatores de todos os cantos do mundo influenciam mudanças brasileiras. As recentes reinvindicações envolvendo mulheres islâmicas e o crescente destaque no mundo, da situação em que vivem, refletem, também, nas mulheres da sociedade ocidental. Aqui, eventos como a Marcha das Vadias, que acontecem em todo o país, buscam a igualdade entre homens e mulheres.
Enfim, o Flow Brasileiro busca mostrar que costumes, hábitos, arte, moral, comportamento e outros fatores, que antes não eram percebidos por serem considerados parte de classes abastadas, hoje, estão cada vez mais inseridos na "alta sociedade" brasileira. Ouvir funk, pagode, sertanejo tomando champanhe são situações totalmente "it". Ir aos shows de transexuais é elevar o status. Assistir ao programa da Rede Globo, Esquenta!, é aumentar os conhecimentos culturais.


Power to the people
O consumidor assume novo papel baseado em três influências: o seu empoderamento, a atitude cool de mostrar compaixão e empatia, e a convergência pela conectivadade.
O empoderamento do consumidor representa a percepção dos indivíduos em alterar e influenciar melhorias para sua comunidade, seja no eixo micro (círculo pessoal) ou macro (comunidade de uma forma geral: bairro, cidade, etc.). Passam a ter consciência do poder que tem e buscam consumir de forma a colocar isso em prática. Esse movimento já é consequência da visualização da empatia e compaixão como cool.
A união desses dois movimentos inspira atividades colaborativas em benefício das comunidades e indivíduos, e ganha força com as possibilidades oferecidas pelas conexões digitais. É o poder local ganhando apoio mundial. Tais grupos ajudam as diversas minorias e questionam comportamentos exclusores, humanizando as conexões entre diferentes tribos sociais.
Como exemplos, podemos citar o movimento do Café Pendente, The Street Store, Lava Mae e as diversas campanhas questionando padrões de beleza e gênero.


Fashion (r)evolution
Uma tendência crescente no mundo do consumo, do design e da moda é a expressão com consciência social e ecológica. Esta manifestação se reflete em um novo estilo de mercado que, através de produtos e campanhas, buscam soluções visando a inclusão social das futuras gerações.

Projetar para a inclusão
O mercado da moda brasileiro encontra espaço para a inovação baseado em demandas existentes de pessoas com deficiência, já que, de acordo com o último Censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2010), 23,9% da população possui algum tipo de deficiência. Pessoas com necessidades especiais querem trabalhar, estudar, escolher suas próprias roupas e ter autonomia na hora de vestir e despir-se. A necessidade de pensar nesse público consumidor, carente de opções no mercado de moda no Brasil, é nítida. Projetos como o Concurso Moda Inclusiva, organizado pelo governo do estado de São Paulo, bem como o Circuito de Moda Inclusiva, de Santa Catarina, estão estimulando jovens designers a pensar na inclusão, buscando soluções inovadoras em tecnologia, modelagem, tecidos e aviamentos que irão facilitar o dia a dia desse público. Se existem pessoas que precisam ser atendidas nas suas necessidades com roupas inclusivas, por que não projetar para elas?

Marcas transparentes
Como consequência da informação e da comunicação cada vez mais rápida, quando o consumidor passa a ter participação ativa sob as empresas, visto que, com apenas uma mensagem de insatisfação e/ou denúncia nas redes sociais, a empresa receia um futuro incerto. O Fashion Revolution Day é um ótimo exemplo, que aconteceu, pela primeira vez, no dia 24 de abril de 2014 e contou com a participação de mais de 60 países. O objetivo da campanha é alertar a sociedade com uma simples pergunta “Quem faz suas roupas?”, de forma a melhorar as condições de trabalho em toda a cadeia de abastecimento da indústria de moda. Outra questão é a campanha global de desintoxicação da moda, unida pela consciência de que a beleza da moda não pode custar nosso planeta. Por uma moda livre de tóxicos, os consumidores estão desafiando marcas para se responsabilizarem pelos rastros tóxicos e eliminarem os químicos perigosos em todas as etapas de produção das roupas. O aplicativo Moda Livre é mais um indicativo desse processo, o qual revela quais lojas estão envolvidas com trabalho escravo. A preocupação que as indústrias de moda estão apresentando com o meio ambiente, surge pela iniciativa dos consumidores que, agora, conscientes, procuram humanizar suas atitudes diante do mundo.

23 de maio de 2014

Mulher muda a vida de um mendigo em SP!

Raimundo Arruda Sobrinho era mais um mendigo na cidade de São Paulo. Ele era conhecido localmente por sentar e escrever todos os dias no mesmo lugar. Isso se repetiu por 35 anos, até que em 2011 uma mulher chamada Shalla Monteiro ficou amiga de Raimundo. Impressionada com o trabalho poético de Raimundo e querendo ajudar em seu sonho de publicar um livro, Shalla criou uma página no Facebook para mostrar o que o morador de rua vinha escrevendo por tantos anos. Nenhum dos dois poderiam imaginar o quanto a vida de Raimundo mudaria a partir daquele momento. Clique na imagem e assista ao vídeo:

http://vimeo.com/85667492

Conheça a página de Raimundo com seus poemas aqui

fonte: trendq.com.br

16 de maio de 2014

Festival de Design em Londres

A 12ª edição do London Design Festival, acontecerá entre os dias 13 e 21 de setembro, e incluirá mais uma vez vários projetos importantes no Victoria & Albert Museum, além de uma instalação em Trafalgar Square por AirBnB.

Os designers Edward Barber e Jay Osgerby em uma parceria com a BMW criaram uma instalação chamada "Double Space for BMW: Precision & Poetry in Motion", na galeria V&A Raphael. Dois estruturas espelhadas serão suspensas ao teto, distorcendo a visão dos desenhos animados e percepção do espaço dos visitantes.
Os visitantes serão incentivados a interagir com os mini aviões, tendo como objetivo tornar o público mais consciente da tecnologia. O projeto é chamado de "The Drone Aviary" e é dirigido pela Superflux com o apoio da Swarovski.

Espaço BMW e Barber & Osgerby.

Duas novas áreas foram incorporadas ao Festival este ano: Queens Park Design District, liderado por Bill Amberg Estúdio exibindo um projeto de design de bandeira em Lonsdale Road, e Islington design District, que reunirá lojas, showrooms e cafés.

Mini aviões por por Superflux e Swarovski.

fonte: homebuildlife.com

9 de maio de 2014

As marcas mais amadas pelos brasileiros


Uma pesquisa realizada pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP) nas principais cidades do Brasil, revelou quais são as marcas mais amadas pelo consumidor brasileiro: e o resultado foi que nem sempre queremos comprar aquilo que pensamos ser a marca mais top de todas! As grifes, nacionais ou internacionais, são sempre relacionadas a algum símbolo de status, não podemos negar. Assim são criados milhares de objetos de desejos todos os dias, deixando quem não tem poder aquisitivo pra comprar com aquela vontadinha.
Podemos ver um exemplo disso no setor de cosméticos e perfumaria, pesquisa do CIP mostrou que no Brasil as marcas mais amadas pelo consumidor foi em primeiro lugar O Botícário e em segundo, a Natura. Nestes casos, paixões mais acessíveis.
No estudo ainda foram demostradas as marcas preferidas de , artigos esportivos, bolsas, calçados femininos, cervejas, rede de roupasjeans, joias, moda feminina e  moda masculina.
Resultados que apontam a preferência para  marcas de joias e rede de roupas  nos levam a crer que diferentes níveis sociais tenham participado da pesquisa e podem apontar para resultados surpreendentes.
Da rede de roupas, ou como conhecemos, lojas de departamentos e fast fashions, em primeiro lugar está a Zara e em segundo a Lojas Americanas. Um pouco confuso esse resultado, lembrando que a Americanas nem comercializa tantas roupas assim e a C&A, cheia de parcerias com estilistas renomados, nem mesmo entrou na lista das cinco marcas mais amadas.
Impossível falar de marcas e não pensar em bolsas femininas como símbolo de status. A marca favorita das brasileiras responde pelos monogramas da Louis Vuitton e depois a Tommy Hilfiger.

E o resultado completo dessa pesquisa você confere aqui:









fonte: juliapetit.com