Diferente do que muitos pensam, criatividade não é um dom inato. Criatividade é construção, requer planejamento e MUITAS referências.
A plataforma Behance, criada em New York, é uma ótima opção para quem busca aumentar seu campo de referências visuais. A plataforma permite mostrar e descobrir trabalhos criativos como
fotografia, design gráfico, ilustração e moda, e possibilita criar portfólios online que podem ser visualizados por empresas e pessoas de todo o mundo. É
um ótimo meio para encontrar um novo trabalho, seja como freelancer, descobrir referências em portfólios de design e
inspiração criativa no trabalho de grandes fotógrafos profissionais.
Nós do PFLab destacamos alguns portfólios incríveis de fotógrafos de moda, encontrados na Behance, que vale a pena conferir.
Há algum tempo, vários apps estão sendo lançados com o intuito de dar uma utilidade aos smartphones mesmo quando eles não estão sendo ocupados por seus usuários. O melhor de tudo é que esses aplicativos são focados em algum tipo de auxílio, seja para fornecer o uso do processador a pesquisas, seja como um desafio para que as pessoas se desconectem um pouco mais. Hoje vou dar dois exemplos disso.
O primeiro é o projeto Power Sleep, um despertador que está vinculado à Universidade de Viena, que utiliza o processador do celular para realizar cálculos relacionados à pesquisa sobre doenças como o câncer e o Alzheimer. Basta instalar o app, programar o despertador para o horário que você precisa, ter uma conexão wi-fi, e deixar o celular conectado à tomada, o resto é com o aplicativo.
Já a segunda proposta é o desafio do dia. A Unicef, em parceria com algumas empresas, lançou o projeto TAP, um desafio aos muito conectados, cujo objetivo é ajudar a conscientizar as pessoas que 768 milhões de pessoas não tem acesso à água potável. Além da conscientização, a cada 10 minutos que você consegue deixar o celular parado com a página do projeto aberta, uma das empresas patrocinadoras do projeto fornece o equivalente a um dia de água potável para uma criança que não tem acesso. O projeto começou em 2007, mas nesse ano passou a utilizar este desafio como uma maneira de ajudar. Além disso, qualquer pessoa pode doar valores para o TAP, que é revertido em acesso à água potável e saneamento básico.
A dica é ficar de olho em novos aplicativos que são lançados, que podem dar uma utilidade a mais aos nossos smartphones, e ainda fazer com que possamos ajudar outras pessoas.
Na última quinta-feira, dia 06/03, aconteceu no CEART a palestra "A ideia de trabalho na cultura pós-contemporânea". O evento foi uma parceria entre o nosso projeto, Futuro do Presente, e o laboratório [Ox]igênio, coordenado pela Carmencita Job, a palestrante da noite.
Entre os temas abordados, foi discutida a ideia de trabalho ao longo do tempo, mostrando a grande influência da revolução industrial no sistema de trabalho mais comum dos dias de hoje, horários fixos e 8 h por dia. Bem como a contextualização de um "trabalho imaterial" na cultura pós-contemporânea, ou seja, trabalhos que fogem à regra dos horários fixos ou da ideia de ter de trabalhar obrigatoriamente no espaço de uma empresa ou escritório. São trabalhos permeados por flexibilidade, ajustados ao estilo de vida de nosso tempo, reflexo da busca por experiências e a inquietação por fazer acontecer, por buscar um papel em que nos encaixamos.
A importância de tal discussão é vista no grande debate que está acontecendo nas redes sociais e convívios, onde o foco é o questionamento se aquela velha máxima "Faça o que você ama" está realmente certa.
Em um mundo com tantas possibilidades, é difícil criar uma regra que possa ser aplicada à todos, e é assim, que tais debates e discussões se tornam de extrema importância, para que possamos reconhecer e compreender os diversos funcionamentos de nossa sociedade e nos adaptarmos a estilos de vida menos agressivos a nossos corpos e mentes.
Equipe Futuro do Presente e Carmencita Job
Deixo aqui algumas sugestões de leitura para discutir os dois lados da história, o de levar a frase "Faça o que você ama" para a vida, e o de ver isso como uma armadilha que nos leva à insatisfação constante.
Paris Fashion Week Show: Instalação no desfile outono/inverno 2014-2015 da estilista Iris Van Harper.
A estilista holandesa Iris Van Harper, conhecida pelo
seu interesse no FUTURO da moda, explora (im)possíveis combinações entre ARTE e
MODA, mistura diferentes materiais e técnicas e utiliza tecnologia 3D em suas
coleções.
Na Semana de Moda de Paris, durante o desfile de
outono/inverno 2014-2015 que aconteceu nessa terça-feira, Iris Van Harper,
juntamente com a artista belga Lawrence Malstaf, surpreenderam o público com
sua mais recente ideia de futuro - modelos embaladas a vácuo e suspensas no ar.
A instalação foi criada para dar a impressão de
flutuação, e as modelos estão dispostas em posições fetais. Esse foi
o cenário produzido para acompanhar seu conceito de coleção ready to wear intitulada Biopiracy, ou 'biopirataria'.
Paris Fashion Week Show: Instalação no desfile outono/inverno 2014-2015 da estilista Iris Van Harper.
Paris Fashion Week Show: Instalação no desfile outono/inverno 2014-2015 da estilista Iris Van Harper.
Acredito que a ideia da estilista é chamar a atenção para se pensar nas transformações e manipulações do corpo e da sociedade em si. Através das posições embrionárias, ela traz uma ideia de origem, de natureza, de pertencimento. No entanto, quase nada mais é natural. Sua coleção mostra justamente essa mutação, com peças feitas de plástico e impressas em 3D.
Nos últimos anos vários vídeos do tipo "uma vida em um minuto" fizeram sucesso. Utilizando essa estrutura, a ONG britânica Save The Children
criou um poderoso comercial que alerta sobre a situação das crianças na
Síria, onde mais de 11 mil foram mortas e 11 milhões se tornaram
refugiadas.
No filme, é possível ver o cotidiano feliz de uma menina em Londres,
que captura um segundo de sua vida todos os dias. O início de uma
guerra, porém, muda tudo, e ela passa de um aniversário alegre entre a
família e amigos, para um "comemorado" numa barraca militar.
Criada pela agência Don’t Panic, a campanha assina com a frase: “Não é porque não está acontecendo aqui, que não está acontecendo”, em uma tentativa de fazer a crise na Síria parecer menos remota do que parece.
O
Carnaval, festa popular mais celebrada no Brasil, é um forte elemento da
cultura nacional, no entanto, diferente do que muitos pensam, a famosa festa
carnavalesca se originou na Grécia em meados de 600 a 520 a.C. O conceito de
carnaval era bem diferente do que conhecemos hoje. Os gregos realizavam cultos,
cheios de comida e bebida, para louvar aos deuses e comemorar colheitas e
geralmente ocorriam entre novembro e dezembro.
Na
Idade Média, o carnaval foi adotado pela Igreja Católica e regido pelo ano
lunar no cristianismo. O período de festas era marcado por anteceder a Quaresma
(40 dias sem carne até a Páscoa), e foi aí que surgiu o termo “Carnaval” – “adeus
à carne” ou do latim “carne vale”.
As
primeiras fantasias e bailes de máscaras surgiram no século XIII e era restrito
à nobreza, mas com o passar do tempo os trajes se popularizaram e viraram tradição
por toda a Europa.
No
Brasil, o Carnaval teve início no período colonial e eram os escravos que
animavam o entrudo, uma das primeiras manifestações carnavalescas. A partir daí,
por influência européia, as classes mais ricas adotaram esse ritmo de festa
dentro de salões. Curioso é que cantava-se de tudo, inclusive Ópera. Com o
tempo foi surgindo o samba e as marchinhas, popularizados por compositores como
Chiquinha Gonzaga, Braguinha, Haroldo Lobo e Lamartine Babo. Foi então que Getúlio
Vargas consolidou o nosso querido samba e transformou o Carnaval em identidade
nacional.
A pintura Cena de Carnaval, de Jeans Batiste Debret, retrata como eram os estrudos no Brasil no século 17.
Hoje,
o Carnaval leva multidões para as ruas, promove desfiles exuberantes, ostenta
glamour e transmite felicidade, todavia, é também motivo de violência.
A liberalidade sexual e suas consequências nele atrelado, desperta a
necessidade de precaução. Por essa razão, destacamos hoje uma campanha publicitária
pré-carnavalesca, desenvolvida pelo Ministério de Saúde, voltada para prevenção
à AIDS através do uso da camisinha. O slogan da campanha, desenvolvida pela
Propeg, é “SE TEM FESTA, FESTAÇO OU FESTINHA, TEM QUE TER CAMISINHA”. A
campanha desse ano foi planejada para que pudesse ser utilizada não apenas no
período do Carnaval, mas também em outros eventos ao longo do ano, inclusive na
Copa do Mundo.
Cartaz da campanha do Ministério da Saúde pelo
sexo seguro no carnaval (Foto: Divulgação/
Ministério da Saúde)