6 de abril de 2015

Bio-Boards: pranchas de cortiça para os skatistas amigos do ambiente

A Bio-Boards é uma fábrica de skates e long boards amigos do ambiente que está ganhando notoriedade. O projeto é de autoria de Ricardo Marques e Diogo Oliveira, que já criaram pranchas para o fenômeno mundial do skate Tony Hawk em 2014.


A ideia nasceu no Rio de Janeiro, onde Ricardo Marques esteve para fazer a tese de mestrado. Ver um jovem na rua com o skate revestido de cortiça foi o suficiente para fazer brotar a ideia: produzir pranchas feitas totalmente de cortiça, com produtos 100% portugueses.
Formados em engenharia ambiental, a sustentabilidade é imagem de marca criada pelos jovens portugueses: as pranchas são recicladas, biológicas, amigas do ambiente e ainda 100% personalizáveis.


Uma outra novidade em relação aos produtos tradicionais é a sensação de se estar a surfar em cima de uma destas pranchas, já que o sistema tem três rodas em vez de quatro.


É a partir de blocos de cortiça que nascem as pranchas, que são produzidas em Vila Nova de Gaia: "São duas placas de cortiça e depois é aberto ao meio um canal onde leva uma longarina em mogno. Posteriormente são coladas e fica o bloco base. Depois é dada a forma consoante as especificações do cliente e pintada a gosto", explicou Ricardo em entrevista ao Green Savers. Com exceção do reforço que garante a resistência da prancha, todo o resto é cortiça.


Para o futuro, há a intenção de expandir o negócio para os modelos de surfe: os primeiros protótipos estão já a ser afinados e as primeiras encomendas já chegaram. Já registrada e com intenções de internacionalização, a marca escolheu Espanha, Alemanha e Suécia para investir em maior escala numa primeira fase, segundo informações do site Notícias ao Minuto.

fonte: conexaolusofona.org

2 de abril de 2015

Documentário sobre Amy Winehouse será lançado em 2015


Foi lançado hoje o primeiro trailer do documentário AMY, o trailer mostra uma visão intimista do documentário sobre a vida e morte de Amy Winehouse, uma das notórias e mais trágicas sobre as armadilhas da fama da Grã-Bretanha. Winehouse, que morreu em 2011 de intoxicação por álcool após de várias batalhas com dependência químicas e transtornos alimentares. Ela  conquistou milhões de fãs pelo mundo devido a sua distinta voz e ganhou cinco Grammys ao longo de uma carreira que vendeu 20 milhões de álbuns em todo o mundo.


O filme realizado prela produtora britânica Altitude Film foi feito pelo vencedor do BAFTA de melhor documentário Asif Kapadia, que também dirigiu Senna, o belo documentário sobre o piloto de Fórmula Um brasileiro que morreu em um acidente fatal em 1994. AMY apresenta entrevistas com seu ex-amante Blake Fielder, Mos Def e seu produtor Salaam Remi. Como Senna, o filme traz a tona nunca antes vistos, arquivos de vídeo , bem como faixas inéditas. Durante o filme, Winehouse admite lamentar sua fama, a atenção que isso a trouxe  e a auto-sabotagem que decorreu disso.


O documentário será lançado na Inglaterra no dia 3 de julho deste ano. 

1 de abril de 2015

No futuro, iremos substituir nossos olhos naturais por impressos?




Atualmente, órgãos, ossos, membros protéticos, comidas, armas, e tudo o mais que sua imaginação puder alcançar, estão sendo impressos através de tecnologia 3-D. No futuro, se houver aceitação, poderemos viver em um mundo com um olho novo e artificial, impresso em três dimensões.  

O projeto foi ideia de pesquisadores italianos do estúdio MHOXdesign, na qual prospectam olhos impressos em 3-D para o ano de 2027. O objetivo do projeto é curar a cegueira e promover melhor visão para aqueles que possuem algum tipo de dificuldade de enxergar. Segundo os pesquisadores, no futuro, as pessoas irão remover seu olho natural e substituir por um olho artificial. O olho 3-D possui algumas vantagens como: conexão WiFi, capacidade de aumentar a visão e a possibilidade de tirar fotos e gravar vídeos

“Você vai poder dizer adeus para prescrições de óculos, lentes de contato e até sua câmera fotográfica, assim que sua retina original for substituída por um olho digital conectado em rede” (Bridget Butler Millsaps, 3dprint.com).




Os olhos serão construídos a partir de bio-ink, que contém as células necessárias para substituir as encontradas no olho natural. Na hora da cirurgia, quando os pares de olhos naturais forem removidos, os pesquisadores planejam conectar os olhos impressos em 3D em uma plataforma no interior da cabeça, o que permitirá que os olhos sejam inseridos.

O grupo de pesquisadores propôs três modelos de olhos. O primeiro é o EYE Heal, uma solução para doenças de visão e traumas. O segundo, EYE Enhance, permite visão aumentada e filtro de fluxo visual. O terceiro, EYE Advance, tem a possibilidade de gravar experiências e compartilhar visões, com opções de realidade aumentada. Os dois últimos modelos permitem, ainda, serem combinados com uma pílula que oferece diferentes tons de cores e modelos visuais, e também a comunicação via WiFi e o download de imagens para um dispositivo específico.




Louco, né?

Tudo isso pode parecer surreal, coisa de filme de ficção científica, mas quem sabe, se houver aceitação, podemos aumentar nossos sentidos, nos conectar e ainda gravar momentos através de órgãos impressos em três dimensões e acoplados em nosso corpo, agora digital.    


          3dprint.com



30 de março de 2015

Ativações de marca no Lollapalooza 2015

O final de semana foi movimentado no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, com a realização de mais uma edição do Lollapalooza Brasil. Mesmo antes da divulgação oficial de público pagante no último dia do evento (29/03), a sensação foi de que havia menos pessoas do que nas edições anteriores. De um total de 80 mil pessoas esperadas para cada dia de realização do evento, o sábado contabilizou apenas 66 mil. No domingo (29/03), os cambistas vendiam ingressos por valores menores do que nas bilheterias. Seria um sinal de que a crise chegou aos eventos? Só o tempo dirá. O valor das bebidas foi outro ponto que assustou quem foi ao Lollapalooza. Enquanto circulavam de um lado para outro, os jovens lamentavam terem gasto toda a reserva de dinheiro que levaram em apenas duas cervejas. Elas estavam sendo vendidas a R$ 10,00 a unidade.
>> Ativação de Marca: Adidas rouba cena no final do festival
Eventos do porte do Lollapalooza precisam de marcas parceiras para garantirem o seu sucesso. Nessa edição, o Lolla contou com o patrocínio de AXE, Skol, C&A, Sempre Livre, Pepsi, Chevrolet/Onix, Fusion Energy Drink, e, para destacá-las, cerca de 30 agências especializadas estiveram envolvidas na produção e criação das ações de live marketing, entre elas Gael, F/Nazca, BFerraz, Case, Netza e DM9DDB.
Na última noite do evento uma outra marca fora desta lista protagonizou uma ativação que ainda não tinha sido vista no país. O início do show de Pharrell Willians descortinou uma ação da ADIDAS FARM. O astro inglês, banda, dançarinas e backing vocal protagonizaram uma espécie de desfile de moda durante toda a apresentação, fazendo a marca bombar nas redes sociais onde, simultâneamente, postagens patrocinadas da Adidas ofereciam as peças exibidas no palco.


Além do show da Adidas o festival de ativações foi intenso e durante todo o final de semana as marcas receberam milhares de fãs nos seus espaços oferencendo diversos formatos para entretenimento.
Inspirado nos antigos parques de diversão, o espaço trouxe shows e a cerveja especial SKOL STAGE, criada especialmente para o festival. A experiência ficou eternizada com o “Posterize”, um miniestúdio que permitiu tirar retratos e transformá-los em pôster personalizado e tipografado por designers. Para completar, a primeira fábrica de vinil da história do Lolla, para gravar hits de bandas que já tocaram no festival e artistas do selo Skol Music.
A adrenalina foi a tônica do espaço da Chevrolet, que teve a cenografia sob o comando da M|Checon, e que contou também com uma montanha-russa. Também foi possível assistir a um live painting do grafiteiro Elvis Mourão. Para testar a sorte, era só girar a chave do carro. Se ligasse, o sortudo assistia ao show da sua banda preferida bem de perto.
O Lollapalooza 2015 foi a primeira oportunidade que os fãs de música tiveram de vivenciar o novo conceito do Fusion Energy Drink: o Feel Like a DJ. Criada pela BFerraz, a ação de live marketing convidou o consumidor a se sentir como um DJ e tornar-se um agente da noite. No FUSION DJ STUDIO o público pôde ter a real sensação do que é ser um DJ de verdade: aquele que agita os amigos, indica qual é a boa do final de semana e que faz a noite acontecer. No lounge principal, o público pôde comandar as pick-ups e aprender a mixar músicas com os instrutores da escola DJ Ban. Após a mixagem, o participante dava um nome à sua criação e podia postar o hit em seu perfil no Facebook.
>> Contratempos:
Em um evento ao vivo, nem tudo são flores, e, agradar a todos é uma tarefa praticamente impossível. No Lollapalooza 2015 não foi diferente.
Teve quem reclamou dos altos preços cobrados por bebidas e alimentos; das grandes filas formadas para curtir os espaços das marcas; do barro que se formou perto do palco no último dia do evento (a chuva deu o ar da sua graça durante todo o domingo em São Paulo), enfim, problemas que só quem faz ao vivo sabe que pode acontecer.
Mas, em um balanço geral, pode-se dizer que o evento foi um sucesso, tanto na parte dos shows musicais apresentados quanto nas ações de live marketing realizadas pelas marcas patrocinadoras.
fonte:promoview.com.br

26 de março de 2015

Albert Maysles lança documentário sobre Iris Apfel


Dia 29 de Abril irá estrear em Nova York o documentário IRIS, produzido pela Magnólia Pictures. Iris Apfel é uma renomada designer de interiores, que devido ao seu estilo único perante a moda e seu posto de socialite nova-iorquina tornou-se um ícone de moda. Nos últimos anos ela assinou uma linha de cosméticos pela MAC, uma coleção de acessórios para a rede americana HSN, uma linha de bolsas, saiu em capas de revista como na edição especial sobre arte da Dazed & Confused, dentre outras criações e palestras sobre estilo e moda.



IRIS pareia o lendário documentarista de 87 anos Albert Maysles com Iris Apfel, de 93 anos e rápido raciocínio, com estilo extravagante que tem tido uma presença descomunal no cenário da moda de Nova York por décadas. Mais do que um filme de moda, o documentário é uma história sobre a criatividade e como, mesmo que idosa Iris, que com espírito livre continua a inspirar as novas gerações. IRIS retrata uma mulher singular cujo entusiasmo para a moda, a arte e as pessoas são o sustento da vida e nos lembra que vestir, e de fato a vida, nada mais é que um experimento. Apesar da abundância de glamour em sua vida atual, ela continua a abraçar os valores e ética de trabalho estabelecido durante seu período de classe média nos Queens na Grande Depressão. "Eu me sinto sortuda por estar trabalhando. Se você tiver sorte o suficiente para fazer algo que você ama, tudo o resto segue."


Confira maiores informações no facebook oficial do filme!

25 de março de 2015

Comunidade de Londres cultiva linho para transformar em roupas

Como exemplo da cultura do slow fashion e de crítica à indústria da moda, uma comunidade londrina começou a cultivar linho para transformar em roupas.


Tudo começou na primavera (outono para nós) de 2014, com o cultivo das sementes de linho sob técnicas manuais. Um ano depois, eles teceram um top feito inteiramente de linho colhido de seu viveiro urbano. Esta ação uniu diversas pessoas e suas respectivas áreas como jardineiros, tecedoras, designers de moda, vizinhos e até crianças da escola da região.

A ideia começou quando Zoe Mill Burt do projeto Seeds of Fashion e Kate Poland, do Cordwainers Community Garden se conheceram no evento Slow Textiles Group Slow Textiles Group. Com pensamentos e ideais em comum, as idealizadoras do projeto têm o objetivo de provar que é possível [SIM!] acontecer o slow fashion em cidades, produzindo roupas feitas totalmente com técnicas manuais, a partir de têxteis cultivados em viveiros urbanos. Além disso, a dupla quer passar uma mensagem inspiradora para a sociedade, conectar comunidades e o meio ambiente e também trazer conexão entre as pessoas.


O projeto fez uma parceria com o London College of Fashion e desafiou os estudantes de moda a usar a fibra de linho, que a comunidade cultivou por quase um ano, para criar um produto vestível. No processo, os estudantes trabalharam a fibra com a ideia de inconsistência,  para lembrar de todas as mãos que ajudaram a desenvolver o produto. Usaram uma variedade de linho tingido naturalmente para tecer algumas linhas horizontais da peça, dando ênfase na incoerência.


Fonte: ecouterre.com

24 de março de 2015

Construção de marca exige um mínimo de visão e ousadia


Sabemos que coleção de esmaltes Risqué já foi muito debatida. Mas acreditamos que duas reflexões ainda são importantes. Primeiro, um bom exemplo, de uma linha lançada pela Granado em julho de 2014, homenageando grandes escritoras. E o que isso tem de tão sensacional, afinal? É inteligente quando uma marca entende além do que o seu público diz, compreendendo as tendências da sociedade e por conseguinte do mercado. Em tempos em que os ciclos estão cada vez mais curtos, nenhuma liderança permite vantagem suficiente para que uma marca se dê ao luxo de ser passiva e míope, arriscando assim a perder protagonismo. 
  
Sim, foi isso que a Risqué fez. Não é ofensivo o conteúdo da campanha. Para a maioria das mulheres a mensagem passa sem incomodar, soa até fofa. É uma comunicação alinhada com os tempos, segura, e cômoda até. Entendemos quem defende que o barulho vêm de uma minoria, e que a polêmica só vai ajudar a marca a ganhar awareness (percepção de qualidade) e aumentar share (ideia do qual a marca compartilha). No entanto toda comunicação e interação com o consumidor constrói uma parte da narrativa da marca. 
  
E ai vem nosso segundo questionamento. Por que só ouvimos dessa coleção da Granado hoje? Porque o ataque aos erros, em qualquer tema ou esfera, é muito mais rápido e forte. Fora da zona de conforto, do calorzinho do óbvio e do senso comum existe um mundo de possibilidades. E tem sempre uns aventureiros experimentando esse universo. Pra quem se interessa por comunicação e criatividade são esses trabalhos e processos que valem a pena acompanhar.




fonte: b9.com.br