5 de dezembro de 2013

Sabe falar chinês?

As palavras são, provavelmente, o espelho mais profundo de uma cultura, onde seus significados são seus códigos culturais, possíveis de serem vistos a olho nu.
 
O esforço de branding que marcas ocidentais precisam fazer para lançarem seus produtos na China é gigantesco.  Nós nem imaginamos, mas muitas delas precisam mudar até o nome por causa da correta definição. Bizarro!
 
A China, por si só, já é um grande mistério. Muito longe do que conhecemos pelo alfabeto ocidental, a escrita chinesa é logográfica, baseada em pictogramas e ideogramas que representam algo concreto ou até uma ideia. Além de existirem milhares desses pictogramas milenares, eles possuem muitos significados em cada traço, combinação e até na pronúncia de região para região.
A “tradução” de uma marca para o mercado chinês é tão complexa e cuidadosa diante de toda essa peculiaridade linguística que Vladimir Djurovic criou uma empresa chamada Labbrand Consulting Company ,em Shangai, a fim de ajudar os ocidentais a não cometerem gafes horrorosas. Recentemente, a Harvard Business Review escreveu um artigo brilhante sobre o assunto.
Como exemplo, é interessante perceber que uma marca como a Peugeot, possui a sonoridade biaozi, ou seja, prostitutas em chinês. Acho que nenhuma marca de carro, por mais pimp que seja, gostaria de passar esse conceito em uma comunicação, né.
Pois é, se você está pensando em mandar seus produtos para o outro lado do mundo, é melhor pesquisar muito bem o nome da sua marca!
 
Veja alguns casos:
Original: Carrefour’s         Chinês: Kudos – a house of happiness and good fortune
Original: Nike                  Chinês: Nai ke – Enduring and Persevering
Original: BMW                 Chinês: Bao Ma - Precious Horse
Original: Coca Cola          Chinês: Kekoukele - Tasty Fun or Delicious Happiness
Original: Heinekein          Chinês: Xi Li -  Hapiness Power
Original: Marriott             Chinês: Wan hao –  10,000 wealthy elites.
Original: Marvel               Chinês: Man Wei –  Comic Power
Original: Reebok              Chinês: Rui Bu –  Quick Steps
Original: Colgate             Chinês: Gao Lu Jie –  Revealing Superior Cleanliness
Original: Subway             Chinês: Saibaiwei –  Filled with 100 flavors
 


 
fonte: discoverit.com.br
 

2 de dezembro de 2013

A tecnologia e nós: uma conexão além do digital

Os avanços tecnológicos moldam nossa vida, transformam pessoas, cidades e estilos de vida. A internet virou uma plataforma cheia de polêmicas, com algumas discussões bastante relevantes sobre nosso comportamento. São discussões sobre gênero, liberdade e construção de relações humanas não digitais relacionadas ao comportamento humano no "universo" digital.. A rápida expansão das discussões online representa a rapidez e a viralidade das informações digitais.
A viralidade que a data assume na internet, é consequência de um comportamento padronizado e virtualizado, retrato da atual configuração de nossa sociedade, onde a exposição à tecnologias de comunicação, especialmente a internet, se expande cada dia mais.
As situações que se configuram como consequências da estrutura social da atualidade, são satirizadas e interpretadas em diversos vídeos, blogues e na mídia em geral. 
Como exemplo, gostaríamos de compartilhar a série Black Mirror, produzida  por Charlie Brooker para o canal britânico Channel 4; e também o vídeo I-Diots do estúdio catalão Big Lazy Robot.

Black Mirror tem 2 temporadas, de 3 episódios cada, sobre as consequências do uso constante da tecnologia em nosso dia a dia. O objetivo da série é chocar o espectador utilizando metáforas do mundo real em produções retratadas em futuros alternativos e realidades paralelas. 
Confira o trailer da série:


Já I-Diots é ainda mais polêmico fazendo referência clara ao uso de smartphones e a marca Apple. Representando os usuários como robôs configurados para se comportar de forma similar. O vídeo pode ser conferido aqui.

Os dois exemplos utilizados representam um lado não positivo da utilização constante de tecnologias, porém, não representam o comportamento humano em sua totalidade, servem para nos recordar das consequências que a vida digitalizada pode ter.

30 de novembro de 2013

JoGuru: planejador de viagens que otimiza seu itinerário


Com as férias chegando, o site JoGuru é uma ótima opção para planejar suas viagens.  JoGuru é um planejador de viagens que otimiza seu roteiro, você só precisa escolher o que deseja fazer e que lugar ir. 
Além da opção de criar seus próprios itinerários, o site sugere itinerários prontos em várias cidades como: Paris, Boston, Orlando, New York, Los Angeles, Londres, Toronto, Sydney, Roma, Veneza, entre outras.

JoGuru realizou uma pesquisa com mais de 12.000 viajantes em cidades como Paris, Londres, New York, Delhi, Mumbai e Singapura – e descobriu que, em média, um viajante regular navega cerca de 8 a 20 sites, resultado de 5 a 40 pesquisas no Google, além de fazer perguntas em fóruns ou sites de redes sociais como o TripAdvisor.  O resultado disso passa de duas horas a duas semanas de tempo gasto para o planejamento. 
Portanto, a ferramenta visa resolver este problema, com uma solução muito visual: exibe um mapa com as atrações que você selecionou e otimiza sua rota de viagem com um algoritmo – basicamente organiza a sequência dos programas de acordo com a distância entre eles, disponibiliza os horários de funcionamento e quanto você precisa pagar em cada lugar. 

Vale a pena conferir: JoGuru

27 de novembro de 2013

Goedzak: um saco especial para lixo que não é lixo


O Goedzak, é um projeto do designer holandês da Waarmakers, Simon Akkaya. Trata-se de uma maneira de “jogar fora” o que você não quer mais, ao mesmo tempo que estimula o uso de segunda mão e o comportamento sustentável. No lugar de um simples saco de lixo, o Goedzak identifica que ali existem objetos que podem ser reutilizados, além de protegê-los da chuva. Uma forma legal de dar uma segunda oportunidade à antigos objetos e  estimular o desenvolvimento sustentável.
 

O Goedzak é a junção das palavras GOE e ZAK ou BENS e SACOLA. A ideia da transparência é possibilitar a visibilidade do conteúdo do saco, evitando que o conteúdo seja misturado ao lixo comum. O saco mantem os produtos secos e limpos. E o logotipo Goedzak indica às pessoas que os bens estão disponíveis para serem reutilizados. 
 

Se ninguém aproveitar os brindes, o saco é recolhido por caminhões de lixo juntamente com os outros resíduos. O legal é que o saco também pode ser reaproveitado. Quem o pegou pode colocar objetos que não desejam mais e fazer o mesmo processo. É um consumo colaborativo diferente, que pode ser  bem eficaz.
O objetivo disso tudo é criar uma cultura de reuso, e gerar um sentimento ecológico nas comunidades, cumprindo um papel social que conecte as pessoas.
 

Seminário de Informação e Comunicação da Marca

Nesta sexta-feira, dia 29, irá acontecer o Seminário de Informação e Comunicação da Marca. O evento contará com apresentação de artigos e palestras de Luiz Salomão R. Gomez - LOGO e Richard Perassi Luiz de Sousa - SIGMO.
 

A inscrição é gratuita e o evento ocorrerá no Auditório Henrique Fontes, no CCE|UFSC.
A organização é do Núcleo de pesquisa Significação da Marca, Informação e Comunicação Organizacional – SIGMO/ UFSC/ CNPq.
Para receber certificado, é necessário realizar a inscrição.
Para conferir a programação e mais informações sobre o evento, basta acessar o link: http://sicomsigmo.blogspot.com.br/

25 de novembro de 2013

Viola Organista

Um pianista polonês, Slawomir Zubrzycki, construiu um instrumento baseado em um projeto de Da Vinci, que possui mais de 500 anos. O instrumento, chamado de Viola Organista, foi apresentado ao público no dia 18, na Acadêmia de Música da Polônia.

O projeto, encontrando na coleção Coex Atlaticus que possui 12 volumes de manuscritos de Da Vinci, levou 3 anos para ser construído. A viola é parecida com um piano, mas no interior existem quatro rodas giratórias que tocam as 61 cordas do instrumento. As rodas assemelham-se aos arcos usados para tocar violino e violoncelo. Em um piano tradicional, as cordas são tocadas por pequenos martelos.
Confira abaixo a apresentação do instrumento:


23 de novembro de 2013

Capa da Invisibilidade



A ciência está caminhando para materializar um dos maiores preditos da ficção científica: a Capa da Invisibilidade. Este projeto está sendo desenvolvido pela Universidade de Toronto, no Departamento de Engenharia Elétrica e Computação, e foi publicado na Physical Review X.
O dispositivo experimental é fino e flexível e pode ser aplicado a objetos de tamanhos diferenciados. Alvo de pesquisa há anos, este novo sistema de camuflagem promete, através de ondas de rádio, cancelar completamente qualquer reflexo de radar, em vez de apenas se limitar a distorcê-lo.

“Esconder um objeto a partir de um campo eletromagnético representa um grande avanço na capacidade de controlar e manipular a radiação eletromagnética” (George V. Eleftheriades, Physical Review X).
Além disso, a capa pode ser utilizada para enganar os dispositivos de detecção que, através do envio de sinais, fazem com que o objeto escondido pareça maior, menor ou até mesmo em um lugar completamente diferente.
Considerando que poderia ser utilizada tanto para operações militares quanto para melhorar os sinais de comunicação, uma vez que o disfarce possibilita “esconder” os obstáculos que interferem na força do sinal, a Capa da Invisibilidade  é um grande avanço tecnológico.
Aos fãs de Harry Potter: sentimos aqui sua euforia – enquanto a ciência progride – quem não gostaria de se tornar invisível ao menos por um instante?


Para saber mais clique aqui.

20 de novembro de 2013

Selfie é a palavra do ano!

Com o final do ano, vários rankings de 2013 estão aparecendo... E, de acordo com os editores do Dicionário Oxford, selfie é a palavra do ano! O termo representa a fotografia de uma pessoa feita por ela mesma, normalmente com smartphone ou webcam. A aparição da palavra cresceu 17.000% em relação ao ano passado, sem contar com as pessoas que fizeram selfie e não mostraram pra ninguém!
 
Segundo o jornal USA Today, a escolha, definitivamente, captura o momento atual de obsessão pelas mídias sociais. E, depois de selfie, twerk está em segundo lugar no ranking.  Isso mesmo! Aquela estranha performance protagonizada por Miley Cyrus no VMA virou palavra no dicionário.
 
E selfie até já gerou novos termos, o helfie. Mas que raios é helfie? São aquelas fotos que, geralmente, as celebridades postam mostrando os seus cabelos (hair + selfie). O nome foi dado pela comediante Jamie Lee e parece ter conquistado as famosas.
 
Emagreceu? Selfie. Tá na academia? Selfie com quarenta hashtags. Espelho no elevador? Selfie! E, qual será a nova onda no Instagram após selfies e helfies?
 

fontes: g1.com
           juliapetit.com.br