13 de dezembro de 2013

Desligue seu celular e ganhe desconto



Quantos de vocês já sentaram em um bar, um restaurante, uma praça de alimentação, enfim, e notaram que a maioria das pessoas se deixam enclausurar pelos seus celulares em vez de conversar diretamente com quem está ao lado?
Restaurante Abu Gosh, localizado em uma aldeia árabe fora de Jerusalém.

Jawdat Ibrahim é dono do restaurante israelense chamado Abu Gosh, desde que abriu em 1993 quer salvar o espírito da culinária oferecendo 50% de desconto para quem desligar o celular durante a refeição.
Ibrahim sempre ficou incomodado observando casais, amigos e familiares reunidos em uma mesa de jantar mas separados por uma tela de smartphonea tecnologia tem o poder de afastar aquilo que está perto e aproximar aquilo que está longe. Curioso!
O restaurante israelense propõe mudar esta realidade e acredita que o desconto irá encorajar as pessoas a socializar mais e aproveitar melhor a experiência da refeição, do companheirismo e da conversa.

Uma questão para se pensar: Na era da tecnologia, é possível sentar para almoçar/jantar com pessoas que você gosta e realmente se colocar presente neste momento, sem preocupações em checar seu Facebook, Whatsapp, Twitter, Instagram…?


Desligue seu celular e ganhe desconto, momentos!





Fonteapnews

11 de dezembro de 2013

“Tá no Mapa” vai digitalizar comunidades onde o Google Maps nunca passou

O Rio de Janeiro possui mais de mil favelas, e por incrível que pareça, nenhuma delas mapeadas por ferramentas online. Buscando acabar com esse barreira digital, o AfroReggae criou o projeto "Tá no Mapa".
 
Junto com a JWT, a instituição pretende mapear e dar visibilidade às favelas e regiões em que está presente. A primeira é Parada de Lucas, na Zona Norte do Rio, onde os próprios moradores – mais de 20 mil – ajudaram a marcar ruas e vielas no GPS, destacando negócios locais, serviços e pontos de interesse. A próxima favela a ser mapeada será Vigário Geral. 

O projeto, além de inserir essas comunidades no mundo digital, visa promover a cidadania e a busca por direitos básicos desses locais que até então nem faziam parte do mapa. Veja mais em: afroreggae.org/tanomapa. E assista o vídeo do projeto aqui.
 

fonte: brainstorm9.com.br

9 de dezembro de 2013

Selfie: a palavra do ano que é muito mais que apenas uma palavra

Há algumas semanas Selfie foi eleita a palavra do ano pelo Dicionário Oxford, como comentamos aqui. A palavra, que representa as fotografias tiradas pela própria pessoa, com a distância máxima de um braço ou refletida no espelho, denomina um comportamento que se espalha cada dia mais e define o narcisismo vivenciado na maior parte das redes sociais.
O site Visual.ly, especializado em representar nosso mundo e sociedade através de infográficos, resolveu criar um que explique a síndrome selfie, que seria o comportamento narcisista representado pela atitude selfie, confirmando que a palavra do ano é muito mais do que isso, é também o comportamento do ano.
Confira o infográfico:
http://visual.ly/selfie-syndrome-%E2%80%93-how-social-media-making-us-narcissistic

7 de dezembro de 2013

Filmes que questionam o futuro


A tecnologia é uma importante ferramenta para prever o futuro. Em nossa sociedade, a renovação tecnológica pode ser inevitável no contexto da vida cotidiana. É com isso em mente que autores como Francesco Morace em seu livro “O que é futuro?” relata acerca de dois pontos importantes para se pensar tecnologia: saber que sempre haverá uma inovação tecnológica - não desejável - capaz de nos engajar completamente, despertando assim, uma passiva absorção, porém, é imprescindível saber que podemos sim nos render à ela, mas com os olhos bem atentos.
“Se não somos capazes de guiar a mão de nosso destino, não devemos desistir de supervisioná-lo” (cita Umberto Galimberti em I miti del nostro tempo)

Foi pensando no futuro que separamos dois filmes de ficção científica que tratam sobre esta questão. Agora pode parecer coisa de outro mundo, mas em algum momento será palpável e visível.

O filme de curta metragem “Sight” desenvolvido para um trabalho de conclusão de curso, de Eran May-raz and Daniel Lazo, nos mostra uma realidade aumentada alcançada através de lentes de contato. O curta aborda uma crítica e questiona até que ponto estamos dispostos a ir para transformar ficção científica em realidade? Qual é a necessidade que precisamos saciar?


E o filme de ficção científica e romance Her, de 2013, escrito e dirigido por Spike Jonze. O enredo nos conta sobre um homem que acaba se apaixonando por uma voz feminina produzida por um sistema operacional de computador inteligente. O filme relata sobre a crescente conexão entre homem e máquina, a necessidade de estarmos sempre conectados, socializando virtualmente e que, talvez, num futuro próximo, construiremos uma nova forma de amor. Bizarro demais, certo?


O filme estreia nos cinemas dos Estados Unidos dia 18 de dezembro. Vale a pena conferir e, lembre-se: nunca deixe de supervisionar.




5 de dezembro de 2013

Sabe falar chinês?

As palavras são, provavelmente, o espelho mais profundo de uma cultura, onde seus significados são seus códigos culturais, possíveis de serem vistos a olho nu.
 
O esforço de branding que marcas ocidentais precisam fazer para lançarem seus produtos na China é gigantesco.  Nós nem imaginamos, mas muitas delas precisam mudar até o nome por causa da correta definição. Bizarro!
 
A China, por si só, já é um grande mistério. Muito longe do que conhecemos pelo alfabeto ocidental, a escrita chinesa é logográfica, baseada em pictogramas e ideogramas que representam algo concreto ou até uma ideia. Além de existirem milhares desses pictogramas milenares, eles possuem muitos significados em cada traço, combinação e até na pronúncia de região para região.
A “tradução” de uma marca para o mercado chinês é tão complexa e cuidadosa diante de toda essa peculiaridade linguística que Vladimir Djurovic criou uma empresa chamada Labbrand Consulting Company ,em Shangai, a fim de ajudar os ocidentais a não cometerem gafes horrorosas. Recentemente, a Harvard Business Review escreveu um artigo brilhante sobre o assunto.
Como exemplo, é interessante perceber que uma marca como a Peugeot, possui a sonoridade biaozi, ou seja, prostitutas em chinês. Acho que nenhuma marca de carro, por mais pimp que seja, gostaria de passar esse conceito em uma comunicação, né.
Pois é, se você está pensando em mandar seus produtos para o outro lado do mundo, é melhor pesquisar muito bem o nome da sua marca!
 
Veja alguns casos:
Original: Carrefour’s         Chinês: Kudos – a house of happiness and good fortune
Original: Nike                  Chinês: Nai ke – Enduring and Persevering
Original: BMW                 Chinês: Bao Ma - Precious Horse
Original: Coca Cola          Chinês: Kekoukele - Tasty Fun or Delicious Happiness
Original: Heinekein          Chinês: Xi Li -  Hapiness Power
Original: Marriott             Chinês: Wan hao –  10,000 wealthy elites.
Original: Marvel               Chinês: Man Wei –  Comic Power
Original: Reebok              Chinês: Rui Bu –  Quick Steps
Original: Colgate             Chinês: Gao Lu Jie –  Revealing Superior Cleanliness
Original: Subway             Chinês: Saibaiwei –  Filled with 100 flavors
 


 
fonte: discoverit.com.br
 

2 de dezembro de 2013

A tecnologia e nós: uma conexão além do digital

Os avanços tecnológicos moldam nossa vida, transformam pessoas, cidades e estilos de vida. A internet virou uma plataforma cheia de polêmicas, com algumas discussões bastante relevantes sobre nosso comportamento. São discussões sobre gênero, liberdade e construção de relações humanas não digitais relacionadas ao comportamento humano no "universo" digital.. A rápida expansão das discussões online representa a rapidez e a viralidade das informações digitais.
A viralidade que a data assume na internet, é consequência de um comportamento padronizado e virtualizado, retrato da atual configuração de nossa sociedade, onde a exposição à tecnologias de comunicação, especialmente a internet, se expande cada dia mais.
As situações que se configuram como consequências da estrutura social da atualidade, são satirizadas e interpretadas em diversos vídeos, blogues e na mídia em geral. 
Como exemplo, gostaríamos de compartilhar a série Black Mirror, produzida  por Charlie Brooker para o canal britânico Channel 4; e também o vídeo I-Diots do estúdio catalão Big Lazy Robot.

Black Mirror tem 2 temporadas, de 3 episódios cada, sobre as consequências do uso constante da tecnologia em nosso dia a dia. O objetivo da série é chocar o espectador utilizando metáforas do mundo real em produções retratadas em futuros alternativos e realidades paralelas. 
Confira o trailer da série:


I-Diots é ainda mais polêmico fazendo referência clara ao uso de smartphones e a marca Apple. Representando os usuários como robôs configurados para se comportar de forma similar. O vídeo pode ser conferido aqui.

Os dois exemplos utilizados representam um lado não positivo da utilização constante de tecnologias, porém, não representam o comportamento humano em sua totalidade, servem para nos recordar das consequências que a vida digitalizada pode ter.