29 de junho de 2012

Analógica, digital e biométrica: três versões de fotografia

Desde que a primeira foi criada e que levava horas de exposição para que a imagem fosse retratada, chegamos ao ápice do número de invenções no setor. Quando a fotografia digital se popularizou tivemos várias febres e um crescimento de fotos amadoras. Retratar uma paisagem, uma pessoa, um momento se tornou fácil e rápido. E esse hábito originou uma expressão muito comum, "ah! se meus olhos tirassem fotos". O desejo de mostrar exatamente o que vemos, faz com que muitas pessoas passem o tempo todo com suas câmeras em mãos, principalmente com a alta qualidade das câmeras que hoje temos nos celulares e smartphones.
Mas e se conseguíssemos realmente fotografar aquilo que vemos e como vemos? A acadêmica britânica Mimi Zou, do curso da Royal College of Art resolveu criar uma possibilidade para fazermos isso. Iris é o nome da câmera que ela desenvolveu e que usa a tecnologia biométrica para fotografar.




Você deve estar pensando como, certo? Pois bem, a câmera que tem o formato de uma lente reconhece a íris do usuário e grava as informações das preferências de ISO e abertura do olho da pessoa. Depois de registrado, o olho vai comandar a câmera, que depois vai medir a distância de foco, o zoom, a abertura e todas as informações necessárias de uma foto através do movimento da íris. O zoom pode ser controlado pelas pálpebras. É possível ainda adicionar tags e postar as fotos pelo sistema WiFi da câmera. 
Vale a pena ver o vídeo apresentado no Show RCA 2012.

28 de junho de 2012

Infográfico das últimas gerações jovens


27 de junho de 2012

Maquiagem Instantânea

Pouco após da Segunda Guerra Mundial, com a necessidade das Mulheres trabalharem fora de casa, foi inventada a maquiagem portátil, pois era necessário o fácil acesso visto que não havia mais tempo para se arrumar em casa. Hoje, o tempo ainda é menor, e visando isto a marca estado unidense Color On criou a maquiagem instantânea: sombras descartáveis com aplicador em forma de adesivo e que ainda são à prova d'água. Cada kit custa 20 dólares e pode ser comprado pelo site da Color On (caso os kits não agradem uma customização dos kits ainda pode ser feita).







26 de junho de 2012

Pés desconstruídos

Dos clássicos peep toes e t-straps pouco vemos. Os calçados estão sendo desconstruídos, as formas buscam a beleza nas linhas tortas, em calçados que parecem brinquedos e em materiais que nunca haviam sido pensados para isso.

Designers de todo o mundo brincam com os saltos, com os tecidos e com os conceitos. Os calçados carregam ideias que podem ser notadas a primeira vista, não necessitam de uma observação peculiosa.
Biofuture, a coleção da designer, Anastasia Radevich.

Os calçados feitos à mão por Igor Dewe.


Niamh O’Conner para Emily Crane
Um dos calçados da coleção Unibody da designer Júlia Káldy

 



Rupert Sanderson para Aida 


Agora é só adaptar os pés e acostumar os olhos, pois podemos esperar formas cada vez mais alteradas e desconstruídas.

Consumerismo: o movimento que especifica o consumo consciente

Habituados com uma sociedade baseada no American way of life dos anos 50, a maioria dos paises ocidentais se mantem com um indice de consumo absurdo, onde os dígitos aumentam a todo instante. Vivemos em inércia, consumindo por consumir, e sem avaliar diversos fatores que estão envolvidos com aqueles produtos em embalagens bonitinhas que levamos para casa.

O tal do consumo consciente tem estado entre os termos mais utilizados para designar um movimento que tenta alertar as pessoas para esse nosso estilo de vida. Chamado de consumerismo, esse movimento que parece novo, tem indicios nos escritos de Martinho Lutero e do presidente americano John F. Kennedy, além de vários pensadores ao longo dos séculos.

O consumerismo, assim como o Slow Fashion que explicamos aqui, vai além de diminuir o consumo. Ele enfatiza o direito das pessoas, sejam os consumidores, sejam os produtores. Em estruturas mais modernas, o movimento vai se adaptando e hoje já abrange a reutilização de materiais, a redução da produção e a racionalidade na hora de comprar, pois o impulso é um dos fatores que mais aumenta o número de compras.

Ser Consumerista é reconhecer que produto algum é ecologicamente correto ou carrega  desenvolvimento sustentável, eles podem ter menor impacto, mas são muito relacionados a campanhas de marketing. É conseguir ser critico quanto ao que consumimos, forçando empresas e produtores a se adaptarem, incentivando produções de comunidades e principalmente repensando o descarte, pois muita coisa que jogamos fora pode ser reutilizada.

20 de junho de 2012

Cama que se arruma sozinha

Sonho de consumo de milhões de pessoas no mundo, agora realidade graças a OHEA, a cama que se arruma sozinha já está à venda no mercado.
Antes de dormir você aperta no botão "Automático", deita em sua cama, dorme, acorda, levanta e assim que estiver fora dela a cama através de um mecanismo que lembra um gancho robótico estica o cobertor, levanta os travesseiros e os recoloca em seu lugar com perfeição.
Você pode conferir o site da empresa aqui, entretanto, não há loja virtual para a compra da cama ainda.


19 de junho de 2012

Slow Fashion

Em tempos onde as palavras sustentável e ecologicamente correto transbordam em blogs, revistas, jornais e na televisão, encontramos no Slow Fashion uma maneira de unir todos os conceitos que representam o ideal de mudança no consumo e na produção de produtos. Ele surgiu primeiramente no Center for Sustainable  Fashion, um projeto da London College of Fashion,e depois de algum alvoroço ficou em segundo plano. 

O Slow Fashion ficou caracterizado como o oposto do Fast Fashion, que abrange grandes redes, onde novidades chegam toda semana e fazem com que as pessoas consumam muito mais, por serem sempre apresentadas a novidades com preços acessiveis. Porém o Slow Fashion é mais do que um simples oposto do Fast Fashion. Ele é caracterizado por dez itens, que abrangem principalmente o setor da produção.

Segundo uma matéria publicada por Maureen Dickson, Carlotta Cataldi e Crystal Grover, os itens são os seguinte:

1.Reconhecimento do sistema. Pois é preciso primeiro reconhecer nosso impacto no mundo onde vivemos, para depois encontrar alternativas que possam mudar o quadro atual.
2.Diminuição do consumo. Repensar a quantidade de consumo, buscando a diminuição da extração de materiais e na produção de resíduos.
3.Incentivar a diversidade. priorizando pequenos produtores, artesãos e a busca por materiais alternativos.
4.Respeito pelas pessoas. onde eles falam sobre as questões das condições de trabalho, citando países da Ásia, que representam boa parte da utilização de mão-de-obra em subcondições.
5.Saber as necessidades humanas. colocando como o design pode pensar nisso, e criar produtos melhores para os homens.
6.Construir parcerias. Notar a importância da colaboração entre diferentes setores, empresas e pessoas.
7.Recursos. Procurar utilizar recursos locais, o que pode desenvolver a economia local.
8.Manter a qualidade e beleza. Produzir produtos com matérias-primas de qualidade, o que aumentará a durabilidade das peças, além de utilizar de designs clássicos, sem focar nas tendências de curto prazo.
9.Rentabilidade. Conseguir produzir peças com valores competitivos, uma vez que empresas focadas em produzir seguindo os itens apresentados no projeto, acabam produzindo peças mais caras.
10.Ser consciente. Segundo o projeto, essas mudanças acontecem quando quem trabalha no setor se dá conta das consequências daquilo que produz.

O movimento vem ganhando força, incentivando cada vez mais empresas e consumidores a se adaptarem a condições de respeito com as pessoas e com o meio ambiente. Já o Center of Sustainable Fashion, apresenta diversos projetos envolvendo tecnologia e moda.

Exposição de Moda

A 5ª fase do curso de Moda da Udesc está expondo os looks conceituais confeccionados para o interdisciplinar do semestre. As coleções foram pensadas a partir do tema "Paro, logo existo", carta apresentada pelo estilista Ronaldo Fraga, quando se afastou temporariamente das passarelas do SPFW.


Os looks ficarão expostos até essa sexta-feira, dia 22 de Junho, o espaço aberto das 7:30h às 22:30h, no Hall do Bloco Amarelo do CEART.

16 de junho de 2012

Imagine

Pablo Stanley transformou a música de John Lennon em uma tirinha bem interessante, vamos conferir?






Para conhecer mais o trabalho do artista, visite seu site.

14 de junho de 2012

Internet simplificada

Estamos acostumados com os excessos de informações online, são textos imagens e abas, muitas abas. Isso chamou a atenção de alguns usuários que começaram a pensar em alternativas para isso.

Uma das iniciativas foi da empresa IKEA, famosa por suas brilhantes ideias, ela lançou a menor loja do mundo. Trata-se de um banner na internet, onde estarão a venda mais de dois mil produtos. Essa loja surgiu pelo questionamento do nosso uso do espaço, eles fizeram uma comparação do espaço utilizado pela loja física, comparado a essa. Para entender como a loja funciona, basta assistir este vídeo.

O outro projeto foi pensando por um dos diretores criativos do Google Ji Lee, com o designer Cory Forsyth. Os dois desenvolveram um plug-in para os navegadores, que retira os textos das páginas, deixando-as simplificadas, só com imagens.

O site do jornal The New York Times sem os textos.

Página inicial da Wikipedia.

Para instalar o plug-in basta acessar a página do Wordless Web.