9 de julho de 2012

Noisy Jelly

Brincar com os kits de Alquimia quando se é criança é muito divertido. Pensando nisso, dois acadêmicos da universidade francesa  ENSCI, desenvolveram a Noisy Jelly.

O projeto consiste em um kit de química, onde o resultado são gelatinas em diversos formatos que produzem sons. A ideia que parece meio estranha, foi pensada para levar graça a química, e incentivar as crianças a gostarem da disciplina.


 Depois de feitas as formas, as gelatinas devem ser colocadas em uma placa que vem no kit, onde um sistema eletrônico é responsável pelo som, conforme o movimento das gelatinas.


Para inspirar e ter vontade de ser criança de novo, indicamos o vídeo do projeto.

6 de julho de 2012

O Livro que não pode esperar

Pensando nos escritores novos que somem do mercado e não chegam a publicar seu segundo livro, por que o primeiro não fez sucesso à tempo, uma editora independente argentina criou uma tinta que não pode esperar: após 60 dias em contato com a luz e o ar ela desaparece fazendo com que o livro fique branco e ilegível. A ideia surge como crítica aos vários livros que compramos e deixamos de lado por falta de tempo de ler.






Genial, não?

4 de julho de 2012

Arte com Toca-Discos: Robert Howsare

O artista Robert Howsare inventou uma nova maneira de desenhar: utilizando dois toca-discos em diferentes velocidades para "criar desenhos que servem como marcadores de temporalidade."


O trabalho do artista pode ser conferido no seu site e no canal do vimeo.

2 de julho de 2012

O sol a nosso favor

O uso de tecnologias e de adaptações de processos naturais em produtos vem trazendo novas oportunidades, e quem sabe como utilizá-las pode se dar muito bem. A energia solar é vista como uma alternativa menos agressiva para o meio ambiente e foi implatada em dois projetos.

Se pararmos para pensar no consumo necessário de energia elétrica e gás em um restaurante vamos encontrar números altíssimos, e as consequências desse consumo são grandes e esquecidas. O restaurante Lapin Kulta Solar Restaurant decidiu inovar e modificar o processo de cozimento dos seus pratos. Ele não tem um espaço fixo e se desloca conforme a incidência do sol, já que tudo é preparado à base da energia solar. A ideia dos criadores é levar ele pela Europa, permitindo que as pessoas tenham uma experiência diferente com a comida, já que na proposta os alimentos e bebidas vem com conceitos diferentes, onde brincam com as nossas visões sobre a natureza.

As panelas alocadas em estruturas que parecem parabólicas e que são espelhadas, ficam expostas a luz solar, que com o calor cozinha diversos alimentos. Martí Guixé e Antto Melasniemi, os criadores do restaurante, dizem que o cozimento com a energia solar muda o aspecto e a textura dos alimentos de uma maneira positiva. Entenda melhor o serviço assistindo o vídeo.

Martí Guixé e Antto Melasniemi

Outra ideia fantástica que utiliza a energia solar é o Plantbook, um notebook conceito, cuja bateria inspirada  no bambu, utiliza água e energia solar para funcionar. Segundo os designers que desenvolveram o conceito, a bateria quando colocada em um recepiente com água, vai absorver o líquido e com a energia armazenada passa por eletrólise, que vai liberar o oxigênio e gerar energia para a bateria. O dispositivo conta com uma folha de silicone e que tem uma lampada de LED acoplada, onde o usuário pode ver como estão os níveis da bateria. Depois de carregada e acoplada as duas telas que compõem o laptop, ele está pronto para ser utilizado e depois recarregado.


29 de junho de 2012

Analógica, digital e biométrica: três versões de fotografia

Desde que a primeira foi criada e que levava horas de exposição para que a imagem fosse retratada, chegamos ao ápice do número de invenções no setor. Quando a fotografia digital se popularizou tivemos várias febres e um crescimento de fotos amadoras. Retratar uma paisagem, uma pessoa, um momento se tornou fácil e rápido. E esse hábito originou uma expressão muito comum, "ah! se meus olhos tirassem fotos". O desejo de mostrar exatamente o que vemos, faz com que muitas pessoas passem o tempo todo com suas câmeras em mãos, principalmente com a alta qualidade das câmeras que hoje temos nos celulares e smartphones.
Mas e se conseguíssemos realmente fotografar aquilo que vemos e como vemos? A acadêmica britânica Mimi Zou, do curso da Royal College of Art resolveu criar uma possibilidade para fazermos isso. Iris é o nome da câmera que ela desenvolveu e que usa a tecnologia biométrica para fotografar.




Você deve estar pensando como, certo? Pois bem, a câmera que tem o formato de uma lente reconhece a íris do usuário e grava as informações das preferências de ISO e abertura do olho da pessoa. Depois de registrado, o olho vai comandar a câmera, que depois vai medir a distância de foco, o zoom, a abertura e todas as informações necessárias de uma foto através do movimento da íris. O zoom pode ser controlado pelas pálpebras. É possível ainda adicionar tags e postar as fotos pelo sistema WiFi da câmera. 
Vale a pena ver o vídeo apresentado no Show RCA 2012.

28 de junho de 2012

Infográfico das últimas gerações jovens


27 de junho de 2012

Maquiagem Instantânea

Pouco após da Segunda Guerra Mundial, com a necessidade das Mulheres trabalharem fora de casa, foi inventada a maquiagem portátil, pois era necessário o fácil acesso visto que não havia mais tempo para se arrumar em casa. Hoje, o tempo ainda é menor, e visando isto a marca estado unidense Color On criou a maquiagem instantânea: sombras descartáveis com aplicador em forma de adesivo e que ainda são à prova d'água. Cada kit custa 20 dólares e pode ser comprado pelo site da Color On (caso os kits não agradem uma customização dos kits ainda pode ser feita).







26 de junho de 2012

Pés desconstruídos

Dos clássicos peep toes e t-straps pouco vemos. Os calçados estão sendo desconstruídos, as formas buscam a beleza nas linhas tortas, em calçados que parecem brinquedos e em materiais que nunca haviam sido pensados para isso.

Designers de todo o mundo brincam com os saltos, com os tecidos e com os conceitos. Os calçados carregam ideias que podem ser notadas a primeira vista, não necessitam de uma observação peculiosa.
Biofuture, a coleção da designer, Anastasia Radevich.

Os calçados feitos à mão por Igor Dewe.


Niamh O’Conner para Emily Crane
Um dos calçados da coleção Unibody da designer Júlia Káldy

 



Rupert Sanderson para Aida 


Agora é só adaptar os pés e acostumar os olhos, pois podemos esperar formas cada vez mais alteradas e desconstruídas.

Consumerismo: o movimento que especifica o consumo consciente

Habituados com uma sociedade baseada no American way of life dos anos 50, a maioria dos paises ocidentais se mantem com um indice de consumo absurdo, onde os dígitos aumentam a todo instante. Vivemos em inércia, consumindo por consumir, e sem avaliar diversos fatores que estão envolvidos com aqueles produtos em embalagens bonitinhas que levamos para casa.

O tal do consumo consciente tem estado entre os termos mais utilizados para designar um movimento que tenta alertar as pessoas para esse nosso estilo de vida. Chamado de consumerismo, esse movimento que parece novo, tem indicios nos escritos de Martinho Lutero e do presidente americano John F. Kennedy, além de vários pensadores ao longo dos séculos.

O consumerismo, assim como o Slow Fashion que explicamos aqui, vai além de diminuir o consumo. Ele enfatiza o direito das pessoas, sejam os consumidores, sejam os produtores. Em estruturas mais modernas, o movimento vai se adaptando e hoje já abrange a reutilização de materiais, a redução da produção e a racionalidade na hora de comprar, pois o impulso é um dos fatores que mais aumenta o número de compras.

Ser Consumerista é reconhecer que produto algum é ecologicamente correto ou carrega  desenvolvimento sustentável, eles podem ter menor impacto, mas são muito relacionados a campanhas de marketing. É conseguir ser critico quanto ao que consumimos, forçando empresas e produtores a se adaptarem, incentivando produções de comunidades e principalmente repensando o descarte, pois muita coisa que jogamos fora pode ser reutilizada.

20 de junho de 2012

Cama que se arruma sozinha

Sonho de consumo de milhões de pessoas no mundo, agora realidade graças a OHEA, a cama que se arruma sozinha já está à venda no mercado.
Antes de dormir você aperta no botão "Automático", deita em sua cama, dorme, acorda, levanta e assim que estiver fora dela a cama através de um mecanismo que lembra um gancho robótico estica o cobertor, levanta os travesseiros e os recoloca em seu lugar com perfeição.
Você pode conferir o site da empresa aqui, entretanto, não há loja virtual para a compra da cama ainda.