30 de março de 2015

Ativações de marca no Lollapalooza 2015

O final de semana foi movimentado no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, com a realização de mais uma edição do Lollapalooza Brasil. Mesmo antes da divulgação oficial de público pagante no último dia do evento (29/03), a sensação foi de que havia menos pessoas do que nas edições anteriores. De um total de 80 mil pessoas esperadas para cada dia de realização do evento, o sábado contabilizou apenas 66 mil. No domingo (29/03), os cambistas vendiam ingressos por valores menores do que nas bilheterias. Seria um sinal de que a crise chegou aos eventos? Só o tempo dirá. O valor das bebidas foi outro ponto que assustou quem foi ao Lollapalooza. Enquanto circulavam de um lado para outro, os jovens lamentavam terem gasto toda a reserva de dinheiro que levaram em apenas duas cervejas. Elas estavam sendo vendidas a R$ 10,00 a unidade.
>> Ativação de Marca: Adidas rouba cena no final do festival
Eventos do porte do Lollapalooza precisam de marcas parceiras para garantirem o seu sucesso. Nessa edição, o Lolla contou com o patrocínio de AXE, Skol, C&A, Sempre Livre, Pepsi, Chevrolet/Onix, Fusion Energy Drink, e, para destacá-las, cerca de 30 agências especializadas estiveram envolvidas na produção e criação das ações de live marketing, entre elas Gael, F/Nazca, BFerraz, Case, Netza e DM9DDB.
Na última noite do evento uma outra marca fora desta lista protagonizou uma ativação que ainda não tinha sido vista no país. O início do show de Pharrell Willians descortinou uma ação da ADIDAS FARM. O astro inglês, banda, dançarinas e backing vocal protagonizaram uma espécie de desfile de moda durante toda a apresentação, fazendo a marca bombar nas redes sociais onde, simultâneamente, postagens patrocinadas da Adidas ofereciam as peças exibidas no palco.


Além do show da Adidas o festival de ativações foi intenso e durante todo o final de semana as marcas receberam milhares de fãs nos seus espaços oferencendo diversos formatos para entretenimento.
Inspirado nos antigos parques de diversão, o espaço trouxe shows e a cerveja especial SKOL STAGE, criada especialmente para o festival. A experiência ficou eternizada com o “Posterize”, um miniestúdio que permitiu tirar retratos e transformá-los em pôster personalizado e tipografado por designers. Para completar, a primeira fábrica de vinil da história do Lolla, para gravar hits de bandas que já tocaram no festival e artistas do selo Skol Music.
A adrenalina foi a tônica do espaço da Chevrolet, que teve a cenografia sob o comando da M|Checon, e que contou também com uma montanha-russa. Também foi possível assistir a um live painting do grafiteiro Elvis Mourão. Para testar a sorte, era só girar a chave do carro. Se ligasse, o sortudo assistia ao show da sua banda preferida bem de perto.
O Lollapalooza 2015 foi a primeira oportunidade que os fãs de música tiveram de vivenciar o novo conceito do Fusion Energy Drink: o Feel Like a DJ. Criada pela BFerraz, a ação de live marketing convidou o consumidor a se sentir como um DJ e tornar-se um agente da noite. No FUSION DJ STUDIO o público pôde ter a real sensação do que é ser um DJ de verdade: aquele que agita os amigos, indica qual é a boa do final de semana e que faz a noite acontecer. No lounge principal, o público pôde comandar as pick-ups e aprender a mixar músicas com os instrutores da escola DJ Ban. Após a mixagem, o participante dava um nome à sua criação e podia postar o hit em seu perfil no Facebook.
>> Contratempos:
Em um evento ao vivo, nem tudo são flores, e, agradar a todos é uma tarefa praticamente impossível. No Lollapalooza 2015 não foi diferente.
Teve quem reclamou dos altos preços cobrados por bebidas e alimentos; das grandes filas formadas para curtir os espaços das marcas; do barro que se formou perto do palco no último dia do evento (a chuva deu o ar da sua graça durante todo o domingo em São Paulo), enfim, problemas que só quem faz ao vivo sabe que pode acontecer.
Mas, em um balanço geral, pode-se dizer que o evento foi um sucesso, tanto na parte dos shows musicais apresentados quanto nas ações de live marketing realizadas pelas marcas patrocinadoras.
fonte:promoview.com.br

26 de março de 2015

Albert Maysles lança documentário sobre Iris Apfel


Dia 29 de Abril irá estrear em Nova York o documentário IRIS, produzido pela Magnólia Pictures. Iris Apfel é uma renomada designer de interiores, que devido ao seu estilo único perante a moda e seu posto de socialite nova-iorquina tornou-se um ícone de moda. Nos últimos anos ela assinou uma linha de cosméticos pela MAC, uma coleção de acessórios para a rede americana HSN, uma linha de bolsas, saiu em capas de revista como na edição especial sobre arte da Dazed & Confused, dentre outras criações e palestras sobre estilo e moda.



IRIS pareia o lendário documentarista de 87 anos Albert Maysles com Iris Apfel, de 93 anos e rápido raciocínio, com estilo extravagante que tem tido uma presença descomunal no cenário da moda de Nova York por décadas. Mais do que um filme de moda, o documentário é uma história sobre a criatividade e como, mesmo que idosa Iris, que com espírito livre continua a inspirar as novas gerações. IRIS retrata uma mulher singular cujo entusiasmo para a moda, a arte e as pessoas são o sustento da vida e nos lembra que vestir, e de fato a vida, nada mais é que um experimento. Apesar da abundância de glamour em sua vida atual, ela continua a abraçar os valores e ética de trabalho estabelecido durante seu período de classe média nos Queens na Grande Depressão. "Eu me sinto sortuda por estar trabalhando. Se você tiver sorte o suficiente para fazer algo que você ama, tudo o resto segue."


Confira maiores informações no facebook oficial do filme!

25 de março de 2015

Comunidade de Londres cultiva linho para transformar em roupas

Como exemplo da cultura do slow fashion e de crítica à indústria da moda, uma comunidade londrina começou a cultivar linho para transformar em roupas.


Tudo começou na primavera (outono para nós) de 2014, com o cultivo das sementes de linho sob técnicas manuais. Um ano depois, eles teceram um top feito inteiramente de linho colhido de seu viveiro urbano. Esta ação uniu diversas pessoas e suas respectivas áreas como jardineiros, tecedoras, designers de moda, vizinhos e até crianças da escola da região.

A ideia começou quando Zoe Mill Burt do projeto Seeds of Fashion e Kate Poland, do Cordwainers Community Garden se conheceram no evento Slow Textiles Group Slow Textiles Group. Com pensamentos e ideais em comum, as idealizadoras do projeto têm o objetivo de provar que é possível [SIM!] acontecer o slow fashion em cidades, produzindo roupas feitas totalmente com técnicas manuais, a partir de têxteis cultivados em viveiros urbanos. Além disso, a dupla quer passar uma mensagem inspiradora para a sociedade, conectar comunidades e o meio ambiente e também trazer conexão entre as pessoas.


O projeto fez uma parceria com o London College of Fashion e desafiou os estudantes de moda a usar a fibra de linho, que a comunidade cultivou por quase um ano, para criar um produto vestível. No processo, os estudantes trabalharam a fibra com a ideia de inconsistência,  para lembrar de todas as mãos que ajudaram a desenvolver o produto. Usaram uma variedade de linho tingido naturalmente para tecer algumas linhas horizontais da peça, dando ênfase na incoerência.


Fonte: ecouterre.com

24 de março de 2015

Construção de marca exige um mínimo de visão e ousadia


Sabemos que coleção de esmaltes Risqué já foi muito debatida. Mas acreditamos que duas reflexões ainda são importantes. Primeiro, um bom exemplo, de uma linha lançada pela Granado em julho de 2014, homenageando grandes escritoras. E o que isso tem de tão sensacional, afinal? É inteligente quando uma marca entende além do que o seu público diz, compreendendo as tendências da sociedade e por conseguinte do mercado. Em tempos em que os ciclos estão cada vez mais curtos, nenhuma liderança permite vantagem suficiente para que uma marca se dê ao luxo de ser passiva e míope, arriscando assim a perder protagonismo. 
  
Sim, foi isso que a Risqué fez. Não é ofensivo o conteúdo da campanha. Para a maioria das mulheres a mensagem passa sem incomodar, soa até fofa. É uma comunicação alinhada com os tempos, segura, e cômoda até. Entendemos quem defende que o barulho vêm de uma minoria, e que a polêmica só vai ajudar a marca a ganhar awareness (percepção de qualidade) e aumentar share (ideia do qual a marca compartilha). No entanto toda comunicação e interação com o consumidor constrói uma parte da narrativa da marca. 
  
E ai vem nosso segundo questionamento. Por que só ouvimos dessa coleção da Granado hoje? Porque o ataque aos erros, em qualquer tema ou esfera, é muito mais rápido e forte. Fora da zona de conforto, do calorzinho do óbvio e do senso comum existe um mundo de possibilidades. E tem sempre uns aventureiros experimentando esse universo. Pra quem se interessa por comunicação e criatividade são esses trabalhos e processos que valem a pena acompanhar.




fonte: b9.com.br

19 de março de 2015

Quell: o wearable que acaba com as dores crônicas




Quell, um wearable primeiramente introduzido na CES 2015, ganhou um 501(k) aprovação da FDA, que permite a distribuição e venda sem a necessidade de receita médica. O sistema de Quell é o irmão mais novo do Sensus, um wearable anti-dor que necessita receita médica da mesma empresa NeuroMetrix.
Tanto o Quell e Sensus usam a mesma tecnologia, mas em diferentes graus para fornecer alívio da dor aos usuários. Usando um método chamado TENS ou estimulação elétrica nervosa transcutânea, ambos os dispositivos proporcionam alívio da dor não-invasiva. Eletrodos aplicados sobre a pele irão enviar impulsos através dos nervos que irá atingir o cérebro a liberar bloqueadores de dor na coluna vertebral.



Com o aval do FDA, o dispositivo Quell pode ser vendido ao lado de analgésicos de balcão. O Boston Globe relata o Quell vai vender por US $ 250.
Sistemas TENS não são novos no mercado, mas Quell que não tem a necessidade de prescrição, é amigável ao usuário e possui uma abordagem discreta é especial. Com Quell, não importa aonde no corpo é dor, ele poderia ser deixado amarrado na panturrilha, onde há uma abundância de terminações nervosas.


O dispositivo utiliza um sistema OptiTherapy decoro que lhe permite criar automaticamente um regime terapêutico eficaz. Ele irá definir os intervalos entre pulsos e automaticamente suavizar pulsos quando o utilizador está prestes a dormir, graças a um acelerômetro on-board.
O Quell poderá facilmente ser operado por conta própria ou pode ser emparelhado com o usuário Android ou iOS do smartphone via Bluetooth. Por meio da conectividade, os usuários serão capazes de monitorar o uso do dispositivo e até mesmo gravar a quantidade de descanso em cada noite.


18 de março de 2015

Violino Futurista


O estúdio MONAD Studio, idealizado por Verônica Zalcberg e Eric Goldemberg, juntamente com o músico Scott F. Hall, propõem um novo conceito de violino. De um estilo tradicional clássico para um estilo totalmente futurista, o violino é impresso em 3-D e foi customizado para emitir sons específicos com apenas duas cordas.

O foco do projeto está em relacionar percepção espacial com efeito rítmico. Desse modo, o som que o violino do futuro promete é bem diferente do que estamos acostumados a ouvir. Em vez de cordas vibratórias tradicionais de um violino acústico, o instrumento é piezoelétrico, o que significa que a pressão aplicada é convertida diretamente em um sinal elétrico. Este sinal elétrico é amplificado e convertido em som através de um alto-falante.  


Os criadores do violino futurista estão prevendo o desenvolvimento de muitos outros instrumentos, uma vez que a impressão em três dimensões está cada vez mais acessível e pode ser facilmente customizada.  

O projeto vai fazer parte da instalação intitulada ‘MULTI’, ao lado de outros instrumentos, no 3D Print Design Show em Nova Iorque.



16 de março de 2015

A primeira caneta 3D do mundo que imprime em tinta fria


Assim como os computadores e celulares, as impressoras 3D estão passando por aquele processo de redução de tamanho e aumento de capacidades. E esta invenção conseguiu resolver um dos maiores problemas que existiam com canetas 3D.



De grandes máquinas a pequenas ferramentas, as canetas que imprimem em 3D já nem são assim tão novas. Mas alguns problemas são bem comuns entre as canetas, como o cabo alimentador de energia e o fato de esquentar plástico e ejetar o filamento quente, como em uma pistola de cola. O que de fato é perigoso (principalmente se entrar em contato com a pele) além de exalar um cheiro bem desagradável de queimado.
Com isso em mente, uma equipe de Singapura pensou em resolver estas questões com a CreoPop, a primeira do mundo a imprimir em tinta fria.
O que eles chamam de “tinta”, na verdade são polímeros sensíveis à luz, utilizados na CreoPop em vez de plástico derretido. Ou seja, os polímeros endurecem ao entrarem em contato com as lâmpadas LED. Sem perigo de queimar, o produto pode ser utilizado por crianças.
As entregas para o mundo todo começam a partir de abril. A versão mais barata custa $119, o que corresponde a uns R$ 375 atualmente.
Assista aqui o vídeo de demostração da CreoPop.

fonte: cutedrop.com.br